Envie seu vídeo(11) 97569-1373
sexta 30 de outubro de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 30/10/2020
PMMC OUT ROSA
PMMC MULTI 2020
Pms Coronavírus - Fase Verde
Pmmc Sarampo Outubro
PMMC COVID VERDE

Educação não pode parar

08 ABR 2016 - 08h00

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse ontem que a educação não pode parar em tempos de crise. A frase foi dita durante uma entrevista dada à Agência Brasil.

Recentemente documento Education at a Glance 2015, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), lançado, em Brasília, destacou o Brasil entre os países que mais fizeram investimentos públicos em educação nos últimos anos.

O País ainda tem muito por fazer. Os recursos passados pelo País para o setor, muitas vezes, não são totalmente comprometidos no setor. Há dificuldades financeiras das prefeituras em outros setores e a Educação, atualmente, tem a maior verba.

Apesar do investimento público total ser alto, proporcionalmente, em relação aos outros países, o gasto brasileiro anual por aluno da educação básica ainda é baixo, na comparação. O Brasil gastou cerca de 3 mil dólares anuais por aluno da educação básica, enquanto, em média, os países da OCDE investem cerca de 8,2 mil dólares por aluno dos anos iniciais, 9,6 mil por aluno dos anos finais e 9,8 mil por aluno do Ensino Médio. Especialistas e educadores garantem que não se faz educação de qualidade sem dinheiro.

Os dados mais recentes apontam que o gasto público com educação foi de 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB). A conferência aprovou, dentro do eixo sobre financiamento, a criação de uma Lei de Responsabilidade Educacional, o aumento da participação da União nos repasses para a área, a reserva de 50% dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal para a educação e a implantação do Custo Aluno-Qualidade como parâmetro mínimo de investimento por estudante em cada etapa da educação básica.

No País há um esforço conjunto de programas para a alfabetização e a abertura de vagas para a formação de professores.

A situação difícil de investimentos não é só do Brasil. O mundo precisa aumentar o investimento em educação. A Organização das Nações Unidas (ONU) diz que os países precisarão gastar 5,4% do PIB para garantir um ensino de qualidade e as nações ricas precisarão aumentar os repasses aos países mais pobres em US$ 22 bilhões por ano.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias