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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Famílias endividadas

06 JAN 2016 - 07h00

O início do ano é um grande tormento para as famílias brasileiras com uma gama de impostos a serem pagos: IPTU, IPVA, entre outros.

A situação é pior, porque mesmo com uma quantidade número maior de famílias endividadas com a intenção de pagar suas dívidas com o 13º salário, a quantidade de endividados voltou a subir em dezembro após três meses consecutivos de queda.

As informações são da pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). Exatamente metade das famílias da Capital paulista tinha dívidas no último mês do ano, o que representa uma alta de 0,7 ponto porcentual em relação a novembro.

Na comparação com dezembro de 2014, quando as famílias endividadas somavam 43,1%, essa proporção cresceu 6,9 pontos porcentuais. Em números absolutos, o total de famílias com dívidas passou de 1,546 milhão para 1,793 milhão, ou seja, um aumento de 247 mil famílias em um ano.

Especialistas afirmam que o recebimento do 13º salário foi importante para que muitos consumidores colocassem as contas em dia, se prevenissem das incertezas econômicas e já se preparassem para o acúmulo de obrigações financeiras e tributos no início do ano.

Segundo a Fecomécio, recorrer à poupança também tem sido uma estratégia para quitar débitos.

Conforme a pesquisa, isso ajuda a entender a estabilidade em 53,2% da proporção de famílias de baixa renda endividadas entre novembro e dezembro. Devido a essa dificuldade, a proporção de endividados com renda de até dez salários mínimos subiu 7,8 pontos percentuais na comparação com dezembro do ano passado, quando chegou a 45,4%.

O crescimento da proporção total de famílias endividadas entre novembro e dezembro foi causado pelo aumento sazonal do endividamento entre as famílias com renda superior a dez salários mínimos. A parcela com dívida nessa faixa salarial passou de 37,9% em novembro para 40,7% em dezembro. Em dezembro de 2014, o valor era de 36,4%.

A inadimplência das famílias tem sido um dos fatores preocupantes para o crescimento financeiro. Aliado ao desemprego crescendo, a situação se complica à medida em que a situação do País é de crise.

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