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Jornal Diário de Suzano - 26/02/2021

Fechamento de empresas

15 SET 2016 - 08h00

A abertura de postos de trabalho continua sendo um dos grandes desafios para as autoridades que cuidam da economia no País.

Dados divulgados ontem do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ainda preocupam.

Em 2014, o País fechou mais empresas do que abriu, o que ocorre pela primeira vez desde 2008, quando foi iniciada a série histórica do Cadastro Central de Empresas (Cempre).

Só para se ter uma idéia, em 2014 o país tinha, 4,6 milhões de empresas ativas, que empregavam 41,8 milhões de pessoas, das quais 35,2 milhões (o equivalente a 84,2%) eram assalariadas e 6,6 milhões (15,8%) encontravam-se na condição de sócio ou proprietário.

Segundo o IBGE, apesar do número significativo de empresas existentes em 2014, quando da última pesquisa, a taxa de saída de empresas do mercado cresceu 6,1 pontos percentuais, passando de 14,6% para 20,7%, em relação a 2013. Com isso, 944 mil empresas deixaram o mercado, em relação a 2013, o maior número desde 2008, no início da série histórica. No período, o número de empresas que entraram totalizou 726,3 mil.

Investir em políticas de capacitação profissional e de geração de emprego são dois principais desafios que o próximo prefeito eleito nas cidades da região.

Grande parte dos habitantes usa o município apenas como “cidade dormitório”.

Uma das saídas para esse problema seria a criação do Polo Industrial, conforme defendem especialistas do setor .

Hoje, a crise econômica enfrentada hoje pelo Brasil aumenta ainda mais o desafio para o próximo prefeito.

Os dados, divulgados ontem pelo IBGE e que fazem parte do Cadastro Central de Empresas, indicam que os salários e outras remunerações, pagos pelas entidades empresariais, totalizaram R$ 939,8 bilhões, com um salário médio mensal de R$ 2,03 mil, o equivalente a 2,8 salários mínimos mensais médios.

A Demografia das Empresas 2014 no País mostra que, de um ano para outro, a saída de empresas do mercado ocorreu em todos os segmentos, com destaque para o de serviços, que aumentou 10,5 pontos percentuais; seguido das artes, cultura, esporte e recreação (8,7 pontos percentuais); construção (7,9 pontos percentuais); e informação e comunicação (6,8 pontos percentuais).

O estudo permite analisar as taxas de entrada, saída e sobrevivência das empresas, além da mobilidade e idade média de cada uma. A partir dele é possível, por exemplo, avaliar as empresas de alto crescimento e seu impacto sobre variáveis econômicas, como o número de pessoal ocupado assalariado. A situação preocupa, mas é importante garantir novas oportunidades.

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