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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Filiações partidárias

03 OUT 2015 - 08h00

O prazo para que os candidatos decidirem se vão mudar de partido aumentou. Ao invés de um ano antes das eleições, agora são seis meses.

Mesmo assim, os partidos estão cada vez mais elaborando suas estratégias para garantir o processo eleitoral transparente. Uma coisa é certa. A eleição deve mesmo ser muito competitiva.

Ontem, o DS publicou reportagem mostrando que a um ano da próxima eleição municipal, os partidos políticos de Suzano contam com 27.486 filiados.

O número pode aumentar até o prazo final de filiação, que foi estendido por seis meses, após sanção, pela presidente Dilma Rousseff (PT), da lei de reforma política. Anteriormente, o prazo terminaria ontem. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem como base o mês de agosto deste ano.

O PT é o partido com maior número de filiados: 3.428. O número representa 12,47% do total de eleitores suzanense, que ultrapassa os 200 mil. A maior perda do partido aconteceu há uma semana, quando o ex-prefeito Marcelo Candido (PT) entregou uma carta de desfiliação. Ainda não há definição a qual partido ele deve se unir, mas há grande especulação que ele vai para o PSB, que tem 1.086 filiados.

O segundo partido com maior número de filiados é o PDT, com 2.571 eleitores; seguido do PR, com 2.551 eleitores e do PMDB, com 2.537 pessoas (veja quadro completo ao lado). O quinto partido com mais filiados é o PP, seguido do PTB. O partido do prefeito Paulo Tokuzumi, o PSDB, tem 1.880 filiados, o que representa 6,84% do eleitorado da cidade.

A filiação partidária é muito importante para o processo democrático. Além disso, é preciso existir a fidelidade partidária, que em poucas palavras, é a fidelidade do candidato ou mandatário de cargo eletivo a ideologia do partido pelo qual foi filiado e eleito, e encontra-se cumprindo o respectivo mandato.

Por exemplo, se o partido é comunista o político eleito por ele não pode ser um capitalista e vice-versa. Deve-se manter fidelidade aos ideais de seu partido. Neste sentido Plácido e Silva entende que "a fidelidade partidária vem a ser a observância exata e leal de todos os deveres ou obrigações assumidas ou impostos pela própria lei".

Enfim, a filiação é mais um processo preparatório para as eleições e, por isso, deve existir.

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