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Jornal Diário de Suzano - 13/07/2019
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Geração de empregos

23 JAN 2019 - 23h59
Apesar de toda a crise e dificuldades financeiras, o Alto Tietê fechou o ano de 2018 com saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada. São mais de 5,5 mil nos 12 meses do ano passado. (O DS traz todos os detalhes em reportagem na edição de hoje). 
Em todo o País, o saldo também é positivo. O Brasil encerrou 2018 com saldo positivo de 529,5 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Esse foi o primeiro saldo positivo desde 2014, quando houve geração de 420,6 mil empregos formais.
As dificuldades da geração de emprego são grandes. 
Especialistas afirmam que ampliar políticas de capacitação profissional e de geração de emprego são desafios para países com programas avançados de transferência de renda como o Brasil.
O Brasil atingiu um patamar avançado de políticas de transferência de renda integrando o Bolsa Família, em anos anteriores, aos demais programas sociais do governo, mas ainda não conseguiu garantir a estabilidade do emprego. 
Especialistas afirmam que o País ganharia investindo no monitoramento dos beneficiários, para avaliar se vão conseguir alcançar e se manter em empregos de maior renda.
Diante das "mudanças absolutamente profundas" pelas quais passa o mundo, nos campos político, econômico e comportamental, um dos passos decisivos a serem dados pelo Brasil é a aposta na Educação.
O 21 é o século do desafio do emprego. O Brasil não vai recuperar todos os empregos que perdeu (durante a recessão). As atividades repetitivas, que no passado eram geradoras de vagas, estão sendo transformadas pela tecnologia. O trabalho humano jamais vai acabar, mas será transformado. 
O organograma está mudando, e de cada empresa também. Isso significa que a educação tem papel fundamental, é preciso repensar os papéis (no mercado de trabalho). 
Nos números do emprego, divulgados ontem, o setor que gerou o maior saldo positivo de empregos formais foi o de serviços, com 398,6 mil, seguido pelo comércio (102 mil). 
A administração pública foi a única a registrar saldo negativo, 4,19 mil. 
De acordo com a secretaria, essas demissões no serviço público devem ter ocorrido pela restrição fiscal em estados e municípios e são referentes apenas a trabalhadores celetistas.

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