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Jornal Diário de Suzano - 12/12/2019
PMMC DENGUE

Geração de empregos

27 AGO 2019 - 23h59
Gerar empregos é um desafio dos governos federal, estaduais e municipais. É preciso “girar” a economia, garantir possibilidade de consumo e o sustento das famílias.
Atualmente são, pelo menos, 13 milhões de desempregados no Brasil.
Na edição de ontem, o DS trouxe o resultado das cidades da região. 
Só para se ter uma ideia, nos últimos sete meses, Suzano foi a responsável pela maior geração de empregos formais do Alto Tietê.
A cidade ainda trabalha para aprimorar os índices de geração de postos de trabalho. Mas os números mostram, sem dúvida, um esforço na tentativa de reduzir a quantidade de desempregados que estão nas filas do emprego todos os dias.
Pelo levantametno divulgado pelo Mnistério da Economia, foram 1.683 empregos diretos com carteira assinada, em Suzano. Na segunda colocação está Poá, totalizando 1.127. Os balanços são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). 
De janeiro a julho, os números apontam que o município teve um cenário animador ante à situação econômica do País, em que 12,8 milhões de pessoas se encontram desempregadas, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 
O único mês no qual a cidade registrou um dado negativo foi janeiro, quando 27 empregos formais foram extintos na cidade. Em contrapartida, Suzano iniciou fevereiro com a geração de 304 vagas diretas com carteira assinada. Março computou 311 novas oportunidades, abril 569, maio 115, junho 70 e, no mês passado, a região fechou julho com a geração de 341 empregos com carteira assinada.
Para se ter ideia, em comparação à segunda colocada da atual lista de cidades em que mais empregos formais foram gerados na região, Suzano está 49,33% à frente de Poá. O município poaense, que tem cerca de 115,4 mil habitantes, gerou 1.127 vagas diretas com carteira assinada nos últimos sete meses, segundo dados do Caged.
Em Poá, o cenário foi quase o mesmo de Suzano. Seis meses foram representados pela geração de vagas diretas, enquanto apenas abril fechou 52 empregos formais.
O Brasil é uma das dez maiores economias do planeta, com população estimada em 209 milhões de pessoas, segundo a Pnad Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Cerca de 170 milhões têm 14 anos ou mais e, desses, 105 milhões compõem atualmente a força de trabalho, distribuída em 92 milhões de ocupados e 13 milhões de desempregados. Estão fora da força de trabalho aproximadamente 65 milhões de pessoas.
Em uma década, a desocupação foi reduzida para os menores patamares (6,8% em 2014), porém, em pouco tempo, uma crise econômica aprofundada pela instabilidade política quase dobrou a exclusão pelo desemprego, elevando a taxa para 12,7% em 2017.
A gravidade da situação pode ser observada pelas situações de desvinculação, desalento ou subutilização dos trabalhadores no sistema produtivo. Daí a importância da geração de novos postos de emprego.

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