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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
Pmmc Sarampo
SOUZA ARAUJO
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
ÚNICCO POÁ

Hospitais lotados

16 ABR 2016 - 08h00

Prefeitos da região que se reuniram, esta semana, reclamaram publicamente da superlotação de pacientes nos postos de saúde.

O DS trouxe reportagem ontem mostrando que o Alto Tietê registra alta demanda nas unidades de saúde devido à procura pelo setor público da região por pacientes dos bairros da Zona Leste de São Paulo, que não estão conseguindo atendimento adequado na Capital. A informação surgiu durante a reunião do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat).

Recentemente um relatório produzido pelo Conselho Federal de Medicina (CEF) sobre o funcionamento dos postos de saúde do Brasil verificou que falta equipamentos e estrutura em unidades de todo o País. A mesma pesquisa mostrou que 52% dos postos de saúde não possuem, por exemplo, aparelho usado para iluminar radiografias, 29% não possuem estetoscópio e 32% não têm sequer impressoras. Os dados foram coletados no ano passado durante vistorias feitas por fiscais dos conselhos regionais de medicina.

A situação é pior porque, com a falta de equipamentos, não é possível atender toda a demanda que, cada vez mais cresce nos postos de saúde das cidades da região.

Nesta semana, prefeitos reunidos em audiência do Condemat, relataram que existe a dificuldade das cidades por conta da falta de repasses dos governos estadual e federal, o que vem agravando ainda mais a situação da saúde, assim como os outros setores.

O problema foi citado pelo prefeito Marcos Borges (PPS) e também pelo presidente do Condemat e prefeito de Mogi das Cruzes, Marco Bertaiolli (PSD), como agravante para a superlotação das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Prontos-Socorros e hospitais da região. De acordo com Bertaiolli, somente em Mogi, 30% dos pacientes que procuram o atendimento da saúde não precisariam do serviço.

Sem dúvida a reclamação dos prefeitos merece ser recebida pelas autoridades de saúde.

Por outro lado, a falta de repasses dos governos estadual e federal é outro problemas citados pelos administradores. Portanto é um problema a ser resolvido. O aumento no número de pacientes não inviabiliza a possibilidade de as pessoas serem atendidas.

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