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Jornal Diário de Suzano - 20/09/2020
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Igreja e o medo da gripe

15 ABR 2016 - 08h00

O temor com a contaminação da gripe H1N1 preocupa os setores da sociedade e chegou até a igreja. O DS trouxe reportagem na edição de ontem mostrando que o hábito das igrejas católicas do Alto Tietê está mudando. Tudo para evitar que a doença chegue aos fiéis.

As autoridades de Saúde estão fortalecendo e reforçando os trabalhos preventivos. Mas, o avanço dos casos preocupa.

O DS mostrou na edição de ontem que a orientação da Diocese é que sejam evitados abraços da Paz nas celebrações eucarísticas, gestos de rezar o Pai Nosso e outras orações de mãos dadas e que os fiéis sejam orientados a receber a comunhão somente nas mãos. A recomendação foi encaminhada, por meio de carta circular, a todos os padres, diáconos, religiosos, seminaristas, ministros, agentes de pastorais e outros setores envolvidos na religião católica.

Nesta semana, no entanto, uma declaração do arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, chamou atenção em meio ao temor da igreja sobre a contaminação. Ele considerou "paranoia" o medo das pessoas de pegar a gripe H1N1 ao frequentar a igreja. Algumas dioceses, como a de Taubaté e São José dos Campos, no interior de São Paulo, também estão mudando os rituais nas missas e batizados, que incluem abraços e orações de mãos dadas, para reduzir o risco e evitar possível debandada de fiéis.

Na abertura da 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida, dom Odilo disse que não haverá uma recomendação para que a igreja mude seus rituais por causa da gripe.

A recomendação passada às dioceses é a mesma das autoridades sanitárias, válidas para quaisquer circunstâncias em que há risco de doenças: evitar o contato com pessoas que têm o problema, lavar bem as mãos depois do contato físico e evitar aglomerações em locais com pouca ventilação.

Sem dúvida a preocupação é grande. É preciso tomar precaução e buscar nas autoridades de saúde a saída para que se evite a proliferação da doença.

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