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Jornal Diário de Suzano - 26/05/2020
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Impactos do coronavírus

03 MAR 2020 - 23h59
O novo coronavírus chegou ao Brasil na semana passada. Conforme os noticiários a doença foi registrada primeiro em um homem de 61 anos, que chegou de viagem à Itália. Ele atualmente está em quarentena em sua residência, na Capital paulista. O outro também chegou da Itália e está em isolamento domiciliar. 
São 443 casos suspeitos da doença no Brasil, mas nenhuma morte registrada. Em Suzano são dois casos.
No mundo, o número de mortes passa de três mil, com mais de 90 mil casos confirmados.
Quando se trata de prevenção, setores da sociedade se mobilizam para evitar o pior. 
Na última semana o DS trouxe reportagem informando que o bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, dom Pedro Luiz Stringhini, pediu aos fiéis uma série de medidas de prevenção ao vírus: não receber a hóstia diretamente na boca e não manter contato durante a missa.
Para a população a recomendação é que se lavem as mãos, usem álcool gel e evitem locais com aglomeração.
Entretanto, o vírus afeta setores difíceis de prevenir impactos. Conforme reportagem do DS na edição de ontem, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo no Alto Tietê (Ciesp), vê com preocupação o crescimento de casos do vírus e como isso vai afetar a indústria.
“Dependendo dos desdobramentos da doença nos próximos dias, a situação pode escalar e afetar indústrias” , informou a entidade.
A preocupação também é grande pois, segundo a Ciesp, “a indústria brasileira vem de um registro de queda na produção em 2019 e patinando para se recuperar”.
Além do comércio, outro impacto também está no Esporte. Em 2020 deve ocorrer, em junho, as Olimpíadas de Tóquio. Maior evento esportivo do mundo, que reúne atletas de diversas modalidades. 
Conforme nota nesta edição do DS, o surto do novo vírus ameaça adiar o torneio para o final do ano. 
No Japão, pelo menos 274 pessoas estão infectadas e seis morreram.
Na última segunda-feira, 2, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE, informou que “o surto do coronavírus está levando a economia mundial à uma recessão”. 
A expectativa de crescimento mundial em 2020 era de 2,9%, na projeção feita pela OCDE em novembro, mas hoje a entidade calcula um crescimento de 2,4%. Esse é o menor valor desde 2009.
Visto a situação atual dos continentes, em especial o europeu e o continente asiático, é necessário que outras entidades, como o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat), realizem reuniões emergenciais.
O Condemat planeja para amanhã uma reunião, onde vai discutir sobre o problema e buscar formas de melhor orientar a sociedade e proteger as indústrias da região. Não o suficiente, vale o governo federal buscar formas de proteger a economia nacional, conforme pedido da OCDE.

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