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Jornal Diário de Suzano - 24/11/2020
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Inadimplência na pandemia

24 OUT 2020 - 05h00
A crise gerada pela pandemia do novo coronavírus é sem precedentes.
Afeta o Alto Tietê, o Estado, o País e o mundo.
A doença além de afetar a saúde da população também tem reflexos na economia.
Enquanto a projeção para o PIB brasileiro em 2020 é de queda de quase 6%, para as famílias, o cenário é de aumento de endividamento. No início de maio, por exemplo, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), constatou que passa de 66% o índice de famílias endividadas por cartões de crédito.
Mas, quando o dinheiro não dá para cobrir tudo, o que vale a pena pagar primeiro? Qual tipo de dívida vai dar mais dor de cabeça? E o que fazer para se organizar financeiramente, mesmo sabendo que alguma conta vai ter que ficar para trás? 
Todas essas perguntas são importantes neste momento de pandemia.
Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem mostrando que o número de inadimplentes no comércio de Suzano aumentou 5,3% no mês passado, em comparação com agosto deste ano. No total, cerca de 7,9 mil pessoas entraram no banco de dados no mês de setembro. Os dados são da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Suzano.
Em agosto, o número de inadimplentes foi em torno de 7,5 mil, cerca de 400 pessoas a menos do que no mês seguinte. Já em relação ao mês de setembro de 2019, houve queda de 9,1% no número de inadimplentes, passando de 8,7 mil para 7,9 mil.
Segundo a ACE, a variação depende de diversos fatores. Porém, o que mais impacta é o fator econômico. A associação classificou o ano de 2020 como um ano ruim para a economia, com queda acentuada do Produto Interno Bruto (PIB).
Destacou também o fato de as pessoas estarem perdendo empregos e de comércios optarem por reduzir salários por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). 
Não há dúvida de que com a inadimplência, os consumidores não conseguem acesso ao crédito por não terem renda suficiente e isso influenciou para redução de inadimplência.
O auxílio emergencial de R$ 600 e R$ 1,2 mil, distribuído pelo governo federal à população, pode ter ajudado na quitação de dívidas, diminuindo a quantidade de pessoas devedoras. É importante acompanhar a evolução dos dados sobre a inadimplência e garantir assim um planejamento para que as condições da população possam ser melhores para contribuição com a economia.

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