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Jornal Diário de Suzano - 22/07/2019
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Inadimplência

29 MAR 2019 - 23h59
O Brasil tem milhões de consumidores inadimplentes. Em grande parte, o desemprego e as crises econômicas são situações que mais afetam o orçamento das famílias.
A inadimplência é um problema que afeta muitos brasileiros, ainda mais em um momento de tentativa de recuperação econômica. 
Segundo especialistas, a crise somada a alta taxa de desemprego resultou no maior patamar de famílias inadimplentes em sete anos, segundo a Confederação Nacional do Comércio.
E isso não afeta apenas a população, mas a economia como um todo. Os preços, a produção industrial, o estoque de produtos estão diretamente relacionados a esse índice. Esses fatos acontecem porque, sem o pagamento, os comerciantes não recebem e também não podem pagar os fornecedores, que não tem recursos para produzir e assim por diante. O resultado é um ciclo vicioso que prejudica o cenário econômico.
Outro fator significante são os juros. Um dos dados usados pelas instituições financeiras calcularem as suas taxas é o risco de inadimplência. Portanto, quanto maior for esse índice, mais altas serão as taxas.
Nesta semana, novos dados sobre a inadimplência no Brasil trazem a situação das empresas com queda nos índices.
O número com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes cresceu 5,02% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2018. No entanto, o ritmo de alta perdeu força em todas as regiões do País. O número de dívidas contraídas em nome de pessoas jurídicas avançou 1,84% na comparação anual.
Além disso, cada empresa devedora continua acumulando, em média, duas pendências financeiras. Os dados são da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
A queda da inadimplência deve-se a um cenário mais positivo em que já se observa uma melhora gradativa do faturamento de alguns setores da economia e taxas de juros mais baixas, segundo a entidade. 
Apesar de as empresas ainda não terem recuperado a saúde financeira nos mesmos níveis que antecederam a crise, as vendas começam a reagir dando fôlego maior para que elas cumpram seus compromissos.
Entre os segmentos credores, ou seja, empresas que deixaram de receber de outras empresas, o destaque também ficou por conta do ramo de serviços, que engloba bancos e financeiras. 
A cadeia econômica precisa estar bem, com pagamentos em dia, para garantir o desenvolvimento dentro de um município, Estado e País.

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