Envie seu vídeo(11) 97569-1373
terça 11 de agosto de 2020

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 10/08/2020
Pmmc Mutirão da Catarata
PMMC ALEITAMENTO MATERNO
PMMC ECOTIETÊ
CENTRO MÉDICO CLUBE DS - TOPO
PMMC  VACINAÇÃO - SARAMPO

Indústrias no vermelho

13 JUN 2020 - 23h59
A pandemia da Covi-19, além de provocar queda na arrecadação financeira dos municípios, trará prejuízo grande às indústrias.
O faturamento e as vendas de produtos vai cair, conforme pesquisa elaborada pela Diretoria do Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
O DS trouxe reportagem esta semana. A pesquisa confirma as dificuldades que o setor enfrenta nesta pandemia. A maioria das empresas da região apontou piora nas principais variáveis de mercado em maio, em especial, nas vendas. Na mão de obra, a maior parte das indústrias mantém o quadro, mas sob as condicionantes de redução de horário e suspensão temporária de contrato.
A pesquisa de amostragem do Ciesp se baseia em informações colhidas das empresas do Alto Tietê entre os dias 3 e 5 de junho. Sobre o mercado, predomina a piora no cenário nas variáveis consultadas de vendas, liquidez e negociação de preços/prazos na venda.
O levantamento mostrou que para 71% das indústrias as vendas regrediram, enquanto para 17% foram regulares, 8% iguais e apenas 4% registraram melhora. 
No indicador de liquidez, que mede a velocidade da perda de valor do produto frente ao investimento, 54% das empresas apontaram piora no último mês, enquanto 36% consideraram regular e 10% igual. Já na negociação de preços/prazos para a venda, 58% responderam que houve piora, enquanto 21% disseram ter mantido a regularidade, para 17% nada mudou e 4% tiveram melhora.
Sobre o crédito, no que pese os muitos anúncios de linhas de financiamento e facilidades de contratação, apenas uma minoria (6%) apontou melhora. Para 40% das empresas houve pioria no acesso aos créditos, enquanto 36% apontam que ele se manteve no patamar regular e 18% de igualdade com os períodos anteriores. É evidente que não se pode olhar para a pandemia, prioritariamente, apenas pelo aspecto econômico. Milhares de vidas foram perdidas para a doença. Isso é o que mais preocupa. A economia sim está em queda. Mas é preciso priorizar, neste momento, o aspecto da saúde da população.
As famílias que perderam seus parentes são as mais prejudicadas em meio a todo essa situação.
A possibilidade de uma vacina, de uma cura futura, traz esperança para aqueles que escaparam com vida do coronavírus.
Portanto, é preciso, em primeiro lugar, vencer a doença e seguir na sequência com a recuperação da economia.

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias