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Jornal Diário de Suzano - 27/10/2020
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Lombada eletrônica

21 MAI 2016 - 08h00

Quebra-molas, lombadas eletrônicas e travessias elevadas são as intervenções de engenharia mais comuns para reduzir a velocidade e prevenir acidentes de trânsito. Mas a solução pode se tornar um problema se alguns critérios na escolha do dispositivo não forem considerados.

A má aplicação desses redutores de velocidade pode levar ao aumento do número de acidentes e prejudicar a fluidez do tráfego, além dos impactos específicos que cada medida gera em termos de conforto aos passageiros, contaminação do ar e desgaste do veículo.

Os redutores também serviram como papel importante para queda no número de acidentes. Mas, quando o equipamento tem defeito torna-se um grande problema.

Na edição de ontem, o DS publicou reportagem mostrando que uma lombada eletrônica vem causando inúmeras queixas de motoristas que passam diariamente pelo quilômetro 66, da Rodovia Índio-Tibiriçá (SP-31), em Suzano. A falta de manutenção acaba resultando em multas. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) reconheceu que as pessoas autuadas poderão entrar com recursos para reverter multas decorrentes ao período no qual o radar apresentou problemas.

Sobre o dispositivo em que mede a velocidade, o departamento estadual explicou que o equipamento está desativado para fiscalização desde o início de maio, mas que já solicitou reparos para não causar mais problemas ao munícipe que utiliza a rodovia. A SP-31 tem 12 lombadas eletrônicas em operação e um radar fixo.

Especialistas afirmam que as lombadas eletrônicas são indicadas para qualquer tipo de via. Possui sinalização de alerta piscante e indicador da velocidade do veículo. É instalada em calçadas, canteiros ou ilhas e não obstrui a via. Por isso, não prejudica o trânsito de ônibus, veículos de emergência, não causa danos aos veículos ou gera riscos a motociclistas e ciclistas. Os modelos são diferenciados e adaptáveis às características físicas da via. Não oferece riscos em situações de curvas, aclives e declives e podem, inclusive, canalizar o tráfego e favorecer a travessia de pedestres. Porém, quando instalada em calçadas, pode reduzir o espaço destinado ao pedestre. Precisa estar bem sinalizada para não ser ignorada pelo condutor.

E quando o equipamento tem defeito, o que era para ser uma solução do problema, passa a ser um grande pesadelo.

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