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Jornal Diário de Suzano - 25/03/2019
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Mais empregos

27 DEZ 2018 - 23h59
A geração de empregos é um dos desafios para as administrações municipais.
A situação crítica do País requer a necessidade de implementação de políticas de geração de novas vagas.
O DS trouxe na edição de ontem reportagem mostrando que o Alto Tietê encerrou novembro com saldo positivo quanto às contratações oficiais, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com o levantamento, 1.195 postos de trabalho foram ocupados durante os 30 dias, sendo um resultado 142% maior que as vagas preenchidas em outubro, quando apenas 841 cargos foram criados. 
O alto desemprego é um dos principais problemas que o presidente eleito em outubro terá de enfrentar a partir de janeiro de 2019. Em menos de três anos e meio, o número de desempregados no País dobrou com a crise econômica e política, saltando de 6,7 milhões no fim de 2014 para 13,4 milhões no trimestre encerrado em abril passado, o que representa 12,9% dos trabalhadores, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 
O fim de 2014 marcou o encerramento do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). 
No País, além da geração de empregos, um grande desafio é ajustar as contas públicas. Como elas estão deficitárias, a capacidade de investimento do governo diminuiu. 
Na reportagem que o DS publicou ontem sobre o Alto Tietê, do total de contratações em novembro, mais de 90% foram no Setor de Serviços, com 1,1 mil oportunidades. 
Das dez cidades, apenas três fecharam o mês com déficit na geração de emprego, por meio da maior exclusão de postos de trabalho: Biritiba Mirim, Guararema e Salesópolis. Os dois primeiros municípios tiveram a maior baixa, com a exclusão de 24 vagas, cada, sendo os setores de Agropecuária e Indústria de Transformação os mais afetados, respectivamente. Já em Salesópolis, o setor de Comércio foi responsável por 15 das 19 demissões na cidade.
Mais uma vez, Suzano liderou a geração de empregos com 965 vagas preenchidas, sendo a maioria também no setor de Serviços. O município é seguido por Arujá, com 97 contratações e o maior índice de admissões no setor da Administração Pública. Poá conseguiu gerar 77 postos de trabalho, com a maior geração ainda no setor de Serviços. Quanto aos desligamentos na região, a Indústria de Transformação somou 209 demissões, seguido pelo setor de Construção Civil, com mais 155 perdas; Agropecuária, com 35 vagas excluídas; Extrativa mineral e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com 15 e oito exclusões de cargos, respectivamente. 
O desafio para gerar novas vagas persegue com a implementação de políticas de abertura de vagas.
A abertura de vagas vai garantir o aquecimento da economia das cidades e iniciar o desenvolvimento.

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