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Jornal Diário de Suzano - 16/11/2019
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Mancha de óleo

26 OUT 2019 - 23h59
O País volta a enfrentar problemas ambientais surgidos, desta vez, por um vazamento de petróleo cru que se espalha pelos nove estados do Nordeste brasileiro.
A preocupação é grande. Entidades ambientais cobram providências do governo federal.
O poluente foi identificado em uma faixa de mais de 2 mil quilômetros da costa. Segundo a última atualização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o óleo já atingiu 200 pontos do litoral nordestino em 78 municípios.
Ainda não se sabe exatamente qual a origem do petróleo, mas as análises já apontaram que o produto, de origem desconhecida, é de tipo não produzido no Brasil.
A proteção ao meio ambiente é um dos grandes desafios dos governos federal, estaduais e municipais. No Alto Tietê, por exemplo, uma grande faixa de áreas ambientalmente protegidas requerem ações contínuas. Há problemas de invasões, de derrubadas de árvores, em regiões de matas, conforme já mostrou o DS.
No caso da mancha de óleo surgida no Nordeste, o governo federal tenta tomar providências.
Nesta semana foi apresentada uma iniciativa importante. Criada para agregar informações sobre o surgimento das manchas de óleo no litoral do Nordeste, a página “Mancha no Litoral” é uma ferramenta lançada pela União. O site reúne dados sobre o andamento das ações realizadas por órgãos públicos e inclui informações sobre a investigação das causas do desastre.
O site reúne números e dados de órgãos como Marinha, ministério do Desenvolvimento Regional, Ibama e ministério do Meio Ambiente, Exército e Petrobras. 
A página oferece links para outros sites governamentais que também monitoram as manchas de óleo. Há, ainda, uma seção de perguntas e respostas para esclarecer as dúvidas mais comuns relacionadas ao caso. De acordo com o governo, até o momento, quase 4 mil pessoas participaram das ações, e mais de mil toneladas de material poluído foram recolhidas.
A preocupação é grande. Após atingir nove estados da região Nordeste, Pará (na região Norte) e Espírito Santo (região Sudeste) se preparam para a possibilidade de contaminação pelo derramamento de óleo de origem ainda desconhecida.
O governo paraense montou, preventivamente, equipes para monitorar os municípios da costa. O Espírito Santo também já conta com um comitê de emergência ambiental para lidar com a chegada do óleo. Em ambos os estados, as secretarias de Meio Ambiente e a Defesa Civil já foram acionadas. É preciso tomar providências seja com ações de “pequeno, como grande porte”. O meio ambiente deve ser protegido.

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