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Jornal Diário de Suzano - 14/08/2020
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Material escolar

03 JAN 2020 - 23h59
Pais de estudantes se preparam para ir às compras do material escolar. É importante, segundo recomendações da Fundação Procon, ficar atento em relação aos preços para impedir eventuais abusos.
No site do Governo do Estado de São Paulo há recomendações importantes. 
O certo é que todo início de ano, as famílias com crianças em idade escolar se deparam com o mesmo desafio: a correria da compra do material a ser usado no ano letivo. Além da busca pelo melhor preço, os pais ou responsáveis devem ficar atentos se o produto possui o Selo do Inmetro, conforme orientação do Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo).
Segundo informações do governo estadual, o selo indica que os produtos possuem os requisitos mínimos de segurança, minimizando a possibilidade de acidentes de consumo e o risco à saúde e segurança das crianças e adolescentes. “Entre eles a alta toxicidade ou presença de bordas cortantes”, explica Ricardo Gambaroni, superintendente da autarquia do Governo do Estado que tem como finalidade proteger o consumidor. Portanto, além de pesquisar os preços é importante fiscalizar também.
Ao todo, 25 itens integram a lista de artigos escolares que obrigatoriamente necessitam do selo do Inmetro e que, portanto, são fiscalizadas, como apontador, borracha, caneta esferográfica/roller/gel, caneta hidrográfica (hidrocor), cola (líquida ou sólida), corretor adesivo, corretor em tinta, compasso, curva francesa, estojo, esquadro, giz de cera, lápis (preto ou grafite), lápis de cor, lapiseira, marcador de texto, massa de modelar, massa plástica, normógrafo, ponteira de borracha, régua, transferidor, merendeira/lancheira com ou sem seus acessórios, pasta com aba elástica, tesoura de ponta redonda e tinta (guache, nanquim, pintura a dedo plástica, aquarela).
Uma das importantes recomendações é de que no caso de material vendido a granel, como lápis, borrachas, apontadores ou canetas, a embalagem expositora com o Selo do Inmetro deve estar próxima ao produto.
Os órgãos de fiscalização também recomendam a não comprar artigos escolares em comércio informal, pois não há garantia de procedência e tais produtos podem não atender às condições mínimas de segurança.
Em casos de acidentes de consumo envolvendo um artigo escolar ou qualquer outro produto ou serviço, é preciso fazer o relato no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo – Sinmac (www.inmetro.gov.br/sinmac).
O ano já começou agora a preocupação deve ser com a compra do produto de qualidade e com preços justos.

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