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Jornal Diário de Suzano - 12/12/2019
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Minha Casa, Minha Vida

03 SET 2019 - 23h59
O setor habitacional é sempre uma prioridade dos atuais governos. O número de pessoas sem moradia é grande em praticamente todos os municípios.
O combate ao déficit habitacional tem sido perseguido pelos prefeitos.
Ao anunciar as reduções no orçamento 2020 dos programas sociais, o presidente Jair Bolsonaro cumpri com a promessa de campanha de “enxugar a máquina pública”. No entanto, a iniciativa prejudica importantes programas de assistência às populações mais vulneráveis e de combate às desigualdades sociais.
Entre eles está o programa Minha Casa, Minha Vida. O presidente da República afirmou que ainda pode fazer um contingenciamento nas verbas do programa, o que pode prejudicar ainda mais a situação de quem está na fila de espera por uma moradia.
Na edição de ontem, o DS mostrou que pelo menos 18 mil famílias no Alto Tietê podem ser prejudicadas pelo possível congelamento de verbas do programa Minha Casa, Minha Vida. Em Mogi, pelo menos 15 mil famílias estão cadastradas no programa. Já em Itaquaquecetuba conta com 3 mil famílias na fila de espera. Outras três cidades - Suzano, Ferraz de Vasconcelos e Poá - estão em alerta com o anúncio do governo federal.
A Prefeitura de Mogi informou que cerca de 15 mil pessoas estão cadastradas no 'Cadastro Municipal de Habitação'. Por enquanto, elas estão em lista de espera, aguardando a construção de novas moradias. Em relação ao congelamento de verbas para construção de moradias, Mogi disse que busca alternativas para que a cidade volte a construir novas residências e atender o déficit habitacional.
Já a Prefeitura de Itaquaquecetuba informou que possui pelo menos três mil famílias inscritas no cadastro municipal para receber uma unidade do programa popular. 
Sobre o congelamento de gastos, Itaquá lamentou e informou "que o município não tem dotação orçamentária para a construção de unidades habitacionais e depende totalmente de programas estaduais e federais". 
A Prefeitura de Suzano informou que 940 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida foram entregues, e outras 1,2 mil unidades serão concluídas em breve. No entanto, não apresentou uma data específica.
O município compartilha da mesma situação que Itaquá. "A cidade depende essencialmente de programas estaduais e federais para a construção das unidades".
Poá disse que, atualmente, em seu cadastro, possui pelo menos 3,1 mil famílias aguardando moradias. A Prefeitura confirmou que estão em construção novas residências, mas não deu um prazo para conclusão.
Ferraz de Vasconcelos informou que, no momento, a cidade não conta com nenhum programa de moradias populares, e, portanto, não dispõe de números sobre a demanda de espera pelas residências. A Prefeitura vê com preocupação a possibilidade do congelamento de verbas para o setor.
É importante que o governo federal continue investindo em programas como o Minha Casa, Minha Vida, para que possa garantir moradias à população.

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