Envie seu vídeo(11) 4745-6900
quarta 10 de agosto de 2022

Assine o Jornal impresso + Digital por menos de R$ 28 por mês, no plano anual.

Ler JornalAssine
Jornal Diário de Suzano - 09/08/2022

Monitoramento de hospitalizações

06 JAN 2022 - 05h00

A nova variante Ômicron da Covid-19 avança pelo País e chega a preocupar as autoridades de saúde. Mas a gripe também afeta o País.
Só para se ter uma ideia, conforme reportagem do Jornal O Estado de S. Paulo, a média móvel de novas hospitalizações diárias por síndrome respiratória aguda grave (Srag) dobrou em um período de um mês no Estado de São Paulo.
A notícia deixa as cidades da região preocupadas. É preciso reforçar o monitoramento e garantir um plano para novos leitos de pacientes com a Covid.
Em São Paulo, o indicador, que compreende pacientes tanto de Covid-19 quanto de influenza, saltou de 280 no dia 4 dezembro para 566 nesta terça-feira, 4, segundo dados disponíveis na plataforma Seade. O índice é apontado pelo governo paulista como um dos mais importantes para medir o avanço da pandemia e, mais recentemente, das internações por gripe.
Ainda que o apagão dos dados oficiais do governo federal impossibilite uma leitura mais ampla do cenário pandêmico no País, a piora de alguns índices e a maior procura por remédios têm ligado o alerta quanto ao avanço da Covid-19 em São Paulo. Em parte, porque esse fenômeno está acontecendo de forma paralela ao surto de gripe, que tem sobrecarragado os postos de saúde especialmente da capital paulista.
No final do mês passado, reportagem da Agência Brasil mostrou que uma em cada quatro hospitalizações por síndrome respiratória aguda grave (Srag) na cidade de São Paulo foram provocadas pelo vírus Influenza, o causador da gripe. 
Na 51ª Semana Epidemiológica, entre os dias 19 e 25 de dezembro, das 796 hospitalizações pela síndrome respiratória nos hospitais da cidasde, 233 foram provocadas pelo vírus Infuenza, o que corresponde a 23,9% dos casos. Neste mesmo período, 63 hospitalizações foram provocadas pelo novo coronavírus, causador da Covid-19. Os números ainda podem crescer, já que há 524 hospitalizações em investigação.
Dados da gestão paulista apontam que atualmente a taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia (UTI) no Estado é de 27,75%. Na Grande São Paulo, o indicador é de 34,81%. Os números estão bem abaixo do pico da pandemia, quando houve sobrecarga da rede hospitalar, mas a reversão na tendência de queda destoa do que foi visto ao longo dos últimos meses. 
É importante que seja feito monitoramento para garantir que os casos não avancem e as internações não fujam do controle nas cidades do Alto Tietê. 

Leia Também

Últimas Notícias

Ver Últimas Notícias