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Mortos em confronto

11 MAI 2016 - 08h00

Uma polícia bem preparada, bem paga e que serve, substancialmente para proteger o cidadão comum é o que mais se espera.

A segurança pública é dever do Estado e um direito do cidadão. Garantir as melhores formas de atender a população é uma tarefa que cabe ao governo estadual.

Mas, a proteção policial, muitas vezes, se destoa quando a polícia se vê obrigada a confrontar com suspeitos.

Na edição de ontem, o DS divulgou dados referentes ao número de pessoas mortas pela polícia.

São dados minuciosas que mostram um número com perfil dos suspeitos.

Só para se ter uma ideia, entre março de 2013 e o mesmo mês deste ano, 114 pessoas foram mortas em confronto com a Polícia nas cidades da região. A quantidade de vítimas é referente a 82 casos registrados. Do total de homicídios computados, em quase 10% houve morte de policiais militares (PM). Foram 11 registros.

Neste mesmo espaço, o DS divulgou ontem que todos os dados fazem parte do site SSP – Transparência, lançado em São Paulo.

Foi com base nos dados divulgados no site, que o DS traçou um perfil das vítimas mortas durante intervenção policial. Do total de casos computados, Itaquaquecetuba tem o maior número. Com 22 registros, a cidade tem 26,83% do total. Mogi das Cruzes tem a segunda maior quantidade, com 19; seguida de Ferraz, com 14 registros e Suzano, com 11. Somente Guararema e Salesópolis não computaram mortes deste tipo.

Os números são muito importantes para garantir novas estratégias de segurança pública.

Todos os planos têm de visar a proteção ao cidadão, uma vez que a polícia não é para “matar” e sim para proteger, garantir segurança.

A discussão em torno do melhor projeto para o setor deve levar em conta sempre o cidadão comum, que tem o direito de ir e vir sem ter sua integridade física “interrompida” pela violência urbana.

Divulgando dados tão importantes para o planejamento da Segurança Pública, o governo do Estado também dá oportunidade de a população acompanhar mais de perto, de forma transparente, todo o trabalho policial vigente.

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