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O ‘alerta’ das chuvas

08 JUN 2016 - 08h00

Depois de um ano de 2015 seco, com pouca chuva, e utilização do rodízio de água, principalmente, na Grande São Paulo, o Alto Tietê vive agora um momento diferente. As chuvas vieram com força no início deste ano, se mantiveram agora no mês de junho e provocaram estragos. Muitos bairros foram atingidos pelas chuvas. Ruas alagadas, inundações no interior das residências e destruição foram os resultados das fortes chuvas.

O único benefício de tudo isso é o aumento da capacidade das represas do Sistema do Alto Tietê. Com um nível de quase 45% da capacidade, o fornecimento de água está garantido por conta da boa reserva por conta das chuvas.

Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem sobre os estragos das chuvas e na de hoje mostra o problema que moradores do Jardim Suzanópolis estão enfrentando por conta de alagamentos há quatro dias.

Só para se ter uma ideia, além dos alagamentos em Suzano e outras cidades da região, interdições, desmoronamentos e a erosão de uma rua e do quintal de uma residência.

Para se combater um problema é preciso conhecer e eliminar suas causas. Não se pode buscar soluções a curto prazo, o projeto deve ser pensado em um projeto para as próximas décadas. Entre as soluções a curto prazo foi anunciada a limpeza da calha do Rio Tietê, que está prevista para este ano.

As causas principais das enchentes estão associadas a alguns fatores perfeitamente identificáveis. Primeiramente há que se considerar as características geológicas e hidrológicas naturais da região da Bacia do Alto Tietê, hoje ocupada pela metrópole paulistana.

Dados disponíveis no Portal da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostram que as chuvas desses últimos seis dias superaram a média histórica para todo o mês de junho. O acúmulo de água é quase 100% maior do que no mesmo período do ano passado.

É importante que existe um equilíbrio: chuvas para encher as represas, sem prejuízos aos bairros.

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