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Jornal Diário de Suzano - 31/10/2020
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Opção para o emprego

19 ABR 2016 - 08h00

Em um País que tem um dos maiores desafios de sua história, que é reduzir o nível de desemprego, uma das opções que vêm trazendo alguma benefício ao trabalhador é a formação de microempresas. O Microempresário Individual-MEI, por exemplo, é uma saída para manter a atividade legalizada e pagar pouco imposto. A inserção de novos empresários no programa ajuda a amenizar a falta de oportunidade de trabalho.

Na edição de domingo, o DS trouxe reportagem especial mostrando que o número de microempresários aumentou 24,49% no período de um ano. No primeiro trimestre de 2016 foi contabilizado 43.380. Já no mesmo período do ano passado, o número era de 34.846. Os dados são referentes às cinco principais cidades da região: Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos e Poá.

As informações foram divulgadas pelo Portal do Microempreendedor Individual (MEI). Segundo especialistas, a busca de uma solução para o desemprego é um dos principais motivos para o aumento deste número.

Especialistas comprovam que o Brasil registrou a criação de quase dois milhões de empresas no ano passado e 75% delas, ou 1,5 milhão, são de microempreendedores individuais (MEI), segundo dados da Serasa Experian divulgados hoje.

Para a empresa, esse alto percentual de MEIs, o maior da série histórica da pesquisa, foi gerado por dois motivos: aumento do desemprego e incentivos fiscais dados a quem formaliza sua atividade. A recessão, diz a Serasa, incentivou trabalhadores demitidos a buscar formas alternativas de geração de renda, o que se reflete na criação de microempresa.

De acordo com a Serasa, 1,963 milhão de novas empresas surgiram no Brasil no ano passado, aumento de 5,3% ante 2014, quando 1,865 milhão foram abertas. Do total, 1,491 milhão são MEIs, ou 76,9% do total. Em 2014, 72% (ou 1,342 milhão) eram MEIs. Assim, a abertura de novos microempreendimentos individuais cresceu 11%.

As pessoas vêem na crise uma nova alternativa de lucrar com a criação das microempresas. Essa, sem dúvida, é uma chance de tentar minimizar o cenário negativo garantindo assim nova forma de abertura de oportunidades de emprego.

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