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Jornal Diário de Suzano - 19/09/2021

Os desabrigados no frio

31 JUL 2021 - 05h00

A população em situação de rua é a que mais sofre com a chegada do inverno. Agasalhos, cobertores, colchões, alimentos e bebidas quentes tornam-se itens emergenciais para amenizar o frio desses grupos mais vulneráveis.
O momento é de se criar uma rede de solidariedade para atender esse grupo.
Sem teto para se abrigarem, contam com iniciativas do goveno, de organizações não governamentais e de coletivos independentes.
Um passo importante é exercer o que está ao alcance. Reunir agasalhos, toucas, luvas e cachecóis que não se usam mais para distribui-los a pessoas que vivem na rua é importante. 
Na edição de ontem, o DS trouxe reportagem mostrando que o bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, Dom Pedro Luiz Stringhini, pediu para que os padres e entidades que pertencem à unidade territorial "abram as portas" para oferecer abrigo às pessoas que estão nas ruas, em razão do intenso frio que está e permanecerá sobre a região nos próximos dias. A região conta com ao menos 87 paróquias e o pedido foi direcionado a todos os padres e membros da Diocese.
Uma iniciativa importante que deverá ser acatada pelas igrejas da região.
Na mensagem, o bispo também agradeceu a todos os que já trabalham na Diocese em favor dos desabrigados. 
A orientação da igreja é muito mais na linha da atenção para quem está desabrigado neste frio - a população de rua.
Muitas entidades já têm esse cuidado de levar cobertor, comida e abrigo para quem precisa. A diocese está pedindo para as paróquias uma atenção maior.
Entidades se organizam também para ajudar. 
Muitas utilizam as plataformas de redes sociais para ajudar no processo de mobilização. 
Através de grupos e páginas, é possível criar e compartilhar com eficácia campanhas sociais e eventos que possam auxiliar a população de rua.
O Facebook, por exemplo, é uma plataforma de fácil e rápido compartilhamento que pode aumentar o número de interessados em ajudar.
O desafio de atender os moradores em situação de rua está por todo o Brasil. 
Basta uma volta pelas ruas de São Paulo, por exemplo, para que qualquer pessoa se espante com a surpreendente quantidade de brasileiros morando nas ruas da cidade. De acordo com o Movimento Nacional da População de Rua, existem ao menos 25.000 (sim, vinte-e-cinco-mil) pessoas vivendo e dormindo nas ruas de São Paulo. 
Uma população que nos próximos dias ficam ainda mais exposta a condições adversas.

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