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SOUZA ARAUJO

Plano de Educação

12 JUL 2016 - 08h00

Se o Brasil quiser se tornar um País desenvolvido e competir de igual para igual com as economias centrais, precisa colocar a educação no centro da estratégia de crescimento. O setor tem de merecer a maior parte dos investimentos.

É preciso ter a ambição para investir e garantir o Brasil com desejo de mudança no setor.

Se o País quer mudar o jogo atual, de níveis ruins de educação, que levam a níveis baixíssimos de produtividade no mercado de trabalho, é preciso debater a escola no centro da nossa estratégia de crescimento.

No País, o Plano Nacional de Educação (PNE) determina diretrizes, metas e estratégias para a política educacional dos próximos dez anos.

Por isso, é importante planejar e investir no setor. O primeiro grupo são metas estruturantes para a garantia do direito a educação básica com qualidade, e que assim promovam a garantia do acesso, à universalização do ensino obrigatório, e à ampliação das oportunidades educacionais.

Um segundo grupo de metas diz respeito especificamente à redução das desigualdades e à valorização da diversidade, caminhos imprescindíveis para a equidade.

O terceiro bloco de metas trata da valorização dos profissionais da educação, considerada estratégica para que as metas anteriores sejam atingidas, e o quarto grupo de metas refere-se ao Ensino Superior.

No Estado de São Paulo, já existe um novo Plano Estadual. A versão paulista é composta por 21 metas - uma a mais que o Plano Nacional da Educação - e tem como destaque a construção de um novo programa de carreira para o magistério de acordo com o orçamento dos Estados e municípios.

Para isso, uma das estratégias é a criação de um Centro de Estudos Avançados para a formação de docentes em parceria com universidades (municipais, estaduais e federais) que garantam a certificação dos cursos.

O plano de São Paulo também está à frente na alfabetização de todas as crianças no máximo até o final do segundo ano do Ensino Fundamental (meta 5). Atualmente, 98,7% dos alunos da rede estadual paulista dessa faixa etária já sabem ler e escrever.

Além disso, o Estado também está próximo de completar a meta de universalização do atendimento do Ensino Fundamental para toda a população de 6 a 14 anos durante o período estipulado pelo Plano Estadual da Educação. Atualmente, a taxa de distorção idade/série em São Paulo, ou seja, a quantidade de alunos que estão defasados, é de 6,9% - uma das menores do País.

É preciso investir, criar planos e garantir metas consideradas próprias para melhorar o ensino público.

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