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Jornal Diário de Suzano - 16/04/2021

Postos de trabalho em queda

18 AGO 2016 - 08h00

Os números do Alto Tietê novamente preocupam quando o assunto são postos de trabalho. Na edição de ontem o DS divulgou reportagem mostrando que aproximadamente 4,1 mil postos na indústria foram fechados neste ano, o que gerou uma variação acumulada negativa de -6,61%. Nos últimos 12 meses, o acumulado é de -12,91%, representando o fechamento de cerca de 8.650 postos de trabalho. Os dados foram divulgados esta semana e fazem parte de uma pesquisa do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). Em julho, a variação foi de -0,44%, o que significou o fechamento de aproximadamente 250 postos de trabalho. Os números são de oito cidades que compõem a diretoria regional: Biritiba Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis e Suzano.

Julho foi o 18º mês consecutivo de queda no nível de emprego nas indústrias do Alto Tietê. A região também ocupa o 18º lugar no ranking das 35 Diretorias Regionais do Ciesp e, mais uma vez, o índice registrado aqui superou a média do Estado, que foi de -0,26% no último mês.

Apesar de se perceber, ao menos, um otimismo maior das pessoas e um movimento de reinvestir no Brasil, acreditando que ele volte a crescer no ano que vem, a situação ainda é preocupante.

No mês passado, o nível de emprego industrial na diretoria regional do Ciesp Alto Tietê foi influenciado pelas variações negativas de Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (- 1,38%); Produtos Têxteis (-1,57%); Celulose, Papel e Produtos de Papel (-0,18%) e Produtos Químicos (- 1,04%), que foram os setores que mais influenciaram o cálculo do indicador total da região.

Atualmente, o mundo enfrenta o “desafio urgente” de criar 600 milhões de empregos produtivos na próxima década, a fim de gerar crescimento sustentável e manter a coesão social, de acordo com o relatório anual sobre o emprego mundial divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Após três anos de contínuas condições de crise nos mercados de trabalho globais e diante da perspectiva de uma maior deterioração da atividade econômica, o desemprego afeta 200 milhões de pessoas em nível mundial. Além disso, a expectativa é de que mais de 400 milhões de novos empregos serão necessários na próxima década para absorver o crescimento anual da força de trabalho, estimado em 40 milhões por ano.

Como se vê o desafio é enorme e requer muito trabalho e projetos que consigam garantir e atender essa expectativa.

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