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Jornal Diário de Suzano - 23/01/2022

Preparativos para vacinação

14 JAN 2022 - 05h00

As cidades da região se preparam para vacinar crianças de 5 a 11, após liberação das autoridades de saúde.
A expectativa é iniciar na semana que vem. Ontem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a campanha de imunização infantil contra Covid-19 será monitorada para identificar possíveis reações adversas às vacinas. No entanto, o ministro ponderou que a vacina da Pfizer já foi aplicada em milhões de crianças em outros países e não tem apresentado problemas.
O DS vem acompanhando o trabalho das prefeituras das cidades da região sobre a vacinação.
Ontem, chegaram no Aeroporto de Viracopos, no interior paulista, 1,24 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 para crianças do laboratório norte-americano Pfizer. 
O carregamento é o primeiro de três lotes que devem chegar ao Brasil até o fim do mês. 
Até o fim de março, o governo federal espera receber 20 milhões de doses de vacinas pediátricas.
O trabalho de campanha de vacinação de crianças na região tem amplo apoio e planejamento das prefeituras, em parceria com a Câmara Técnica de Saúde do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat).
A aplicação do imunizante da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos foi autorizada em dezembro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 
Na semana passada, o governo federal incluiu o público dessa faixa etária na campanha de vacinação contra a Covid-19.
Queiroga destacou que, apesar de recentes, essas vacinas têm sido aplicadas nos principais sistemas de saúde do mundo. 
Lembrando que a aplicação começou no mês de novembro, sobretudo nos Estados Unidos. Mais de 8 milhões de doses foram aplicadas nos Estados Unidos, nas crianças de 5 a 11 anos, e não têm sido notificados eventos adversos maiores. 
Portanto, no momento, existe segurança atestada não só pela Anvisa, mas por outras agências regulatórias, para aplicação dessas vacinas.
O Ministério da Saúde informou que a vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 deixa o País preparado para enfrentar a variante Ômicron do coronavírus e outras que possam surgir no futuro. 
Países que estão fortemente vacinados, como o Brasil, têm mais possibilidades, de passar pela variante Ômicron e outras variantes que surjam desse vírus que tem uma grande capacidade de gerar mutações.
Outra informação do Ministério da Saúde é sobre a importância da vacinação para evitar internações e agravamento da doença. 
Em geral, aqueles que se internam nos hospitais e nas unidades de terapia intensiva, a grande maioria são de indivíduos não vacinados.
Daí a importância da vacinação em todo o País.
Por isso, é importante que aqueles que ainda não tomaram a segunda dose ou a de reforço, procurem os pontos de imunização. 

 

 

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