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Jornal Diário de Suzano - 08/08/2020
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Queda de repasses

20 ABR 2020 - 23h59
A crise econômica, provocada pela pandemia do novo coronavírus no mundo, atinge, de forma direta, as cidades do Alto Tietê.
O DS trouxe, na edição de domingo, reportagem mostrando que os repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS) para as dez cidades do Alto Tietê, em abril, caíram em R$ 51.542.603,43 quando comparado ao mesmo mês de 2019. 
A reportagem mostrou também que a queda atingiu principalmente Mogi das Cruzes.
Em abril de 2019, o valor total para a região foi de R$ 66.182.940,18, enquanto em 2020 o valor foi de R$ 14.640.336,75.
O levantamento foi realizado pelo DS, que analisou os números presentes no site da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo, na última quarta-feira (15).
Há, sem dúvida, uma grande preocupação com o aspecto econômico da pandemia. A expectativa de crescimentos econômicos nos países do mundo não existe mais. Pelo contrário. Haverá quedas. Nas cidades da região também existe consenso de uma queda acentuada em praticamente todas as arrecadações, tanto municipais como estadual.
Só para se ter uma ideia, entre as dez cidades do Alto Tietê, a mais afetada em redução de números brutos foi Mogi das Cruzes. 
A cidade viu o valor do imposto cair de R$ 20.062.374,50 em abril de 2019, para R$ 4.376.920,46 nesse ano. 
A redução percentual, entretanto, foi maior em Guararema. Os números apontam para uma queda de 79,13% no repasse. 
A cidade recebeu em 2019 R$ 2.819.979,08 e nesse ano o valor foi de R$ 588.466,71.
Na sequência, em segundo lugar, aparece Suzano, que viu os valores do imposto estadual reduzirem em R$ 12.837.190,87. 
Em abril de 2019 a cidade recebeu R$ 16.454.480,69 e nesse ano o valor chegou em R$ 3.617.289,82. 
Nesta fase é importante que as prefeituras busquem alternativas para tentar manter a economia funcionando o mínimo. Mas o desafio é difícil.
Há uma economia paralisada por conta do processo de isolamento necessário e obrigatório para conter os casos de Covid-19.
A tentativa de busca pela normalidade deve seguir por dias e até meses, enquanto os casos não forem reduzidos.
Para isso, busca-se um trabalho acentuado na área da saúde e, ao mesmo tempo, com planejamento na tentativa de que, o mínimo da economia, siga sem muitos prejuízos.
Realmente é um desafio deveras difícil. Mas que está posto.

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