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Reajuste dos pedágios

01 JUL 2016 - 08h00

Desde ontem, as tarifas de pedágio das rodovias estaduais paulistas estão reajustadas em 9,32%, conforme autorização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). O reajuste anual é baseado no IPC-A acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com o estipulado nos contratos de concessão.

A Artesp também autorizou o início da cobrança de pedágio na Rodovia dos Tamoios a partir do dia 1º de julho. A agência diz que a concessionária cumpriu as exigências definidas para a operação das praças. "Para o início da cobrança era necessária a execução de no mínimo 6% das obras de duplicação do trecho de serra, além de várias outras obrigações", afirma.

As praças dos quilômetros 15,7 e 56,6 passarão a cobrar, respectivamente, R$ 3,50 e R$ 6,20. Conforme a Artesp, a tarifa é parte da remuneração que irá viabilizar a construção de 21,6 quilômetros de novas pistas para a duplicação do trecho de serra da rodovia - obra orçada em R$ 2,6 bilhões.

O Sistema de Transporte Intermunicipal Rodoviário de Passageiros também passa a ter novo valor a partir da zero hora do dia 5 de julho. O porcentual de reajuste é de 9,56%.

O aumento na tarifa, mais uma vez, vai pesar no bolso do motorista. Mas, espera-se, sobretudo, uma melhoria maior na manutenção das rodovias do País e, principalmente, do Estado de São Paulo.

Recentemente uma pesquisa mostrou que as dez rodovias mais bem avaliadas pela Pesquisa CNT de Rodovias 2015 são concedidas à iniciativa privada e estão localizadas no Estado de São Paulo. Segundo o levantamento divulgado pela Confederação Nacional do Transporte, enquanto 78,3% das rodovias concedidas tiveram seu estado avaliado como “bom ou ótimo”, no caso das públicas este percentual cai para 34,1%.

A constatação levou a entidade a reiterar sua defesa pela ampliação das concessões rodoviárias no País. Em meio às dificuldades do governo, no sentido de aplicar recursos nas rodovias, as concessões podem ser fundamentais para promover a melhoria da infraestrutura do País.

No caso das rodovias públicas sob responsabilidade dos governos federal ou estadual, a situação é inversa, com 65,9% da extensão apresentando algum tipo de deficiência e 34,1% classificados como bom ou ótimo. Ou seja, a esperança, apesar de toda reclamação sobre o aumento das tarifas, é de que as estradas fiquem cada vez melhores.

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