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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Reverter a crise

02 JUN 2016 - 08h00

Reverter a crise no País é um grande desafio. O fechamento de postos de trabalho, a desaceleração industrial e falta de perspectivas de novos investimentos preocupam toda a sociedade.

Ontem, o presidente interino Michel Temer (PMDB) disse que o Brasil está mergulhado em uma das “grandes crises de sua história”. Ele afirmou que evita falar em “herança” deixada para seu governo, mas considera importante informar o cenário encontrado. O presidente interino disse ter a “convicção” de que é possível reverter esse quadro de crise e retomar a confiança e o crescimento.

Para o novo presidente, o País se encontra mergulhado em uma das grandes crises da sua história, na conjugação de vários problemas ocasionados por erros dos mais variados ao longo do tempo que comprometem a governabilidade e a qualidade de vida da população. Os desafios são grandes, principalmente porque exigem mudanças fundamentais na economia do País.

Será preciso aumentar as receitas e, principalmente, o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma das riquezas do País.

O atual cenário do País soma 11 milhões de desempregados, e a inflação ainda “inspira vigilância”. O déficit de R$ 96 bilhões na conta pública apontado pelo governo anterior atinge, na realidade, a casa dos R$ 170 bilhões.

O cenário desfavorável assumido recentemente vai exigir mudanças estruturais profundas.

Especialistas afirmam que a dinâmica no Brasil hoje é extremamente complicada, com a combinação da instabilidade e incerteza na política, as mudanças constantes em Brasília e a paralisação e contração da economia.

Estes aspectos levaram às mudanças negativas no grau de investimento e risco do País recentemente.

O processo de impeachment e o impasse político só fez esperar ainda mais pelo momento em que o Brasil conseguirá virar o jogo. O tipo de crise no País faz com que decisões políticas difíceis sejam adiadas.

Um agravante da crise atual é o fato de atingir importantes políticos de vários partidos, e em diferentes níveis do governo. Não só no Executivo, mas também no Congresso, com tantas figuras cruciais sendo alvo de acusações de corrupção.

A situação é, sem dúvida, crítica, mas possível de reversão. Será preciso muito torcida e competência dos que estão à frente do País.

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