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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Rodovias e multas

10 FEV 2016 - 07h00

As cidades do País enfrentam grandes dificuldades na redução do número de acidentes e, geralmente, estabelecem metas em consonância com a resolução da Organização das Nações Unidas, que estabeleceu o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para Segurança no Trânsito”. As multas são uma alternativa para tentar reduzir os acidentes.

O DS trouxe reportagem mostrando que o Alto Tietê registrou 48.036 multas de velocidade nas rodovias Ayrton Senna (SP-70), Henrique Eroles (SP-66), Índio-Tibiriçá (SP-31), Dom Paulo Rolim Loureiro (SP-98), a Mogi-Bertioga; e a Pedro Eroles (SP-88), a Mogi-Dutra, durante os últimos seis meses de 2015.

A quantidade é referente a 11 multas aplicadas por hora. O dado foi divulgado pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Em janeiro deste ano, nas cinco rodovias, já foram registradas 5.459 multas.

Especialistas defendem que a multa é um dos três pilares para a mudança de comportamento, mas ela não funciona sozinha e deve ser acompanhada de educação e fiscalização, que são fatores preventivos.

A multa é considerada o último estágio, quando nada deu certo. Porém, não quer dizer que a pessoa que comete a infração seja mal-educada. Normalmente, ela é engajada e preza pelo bem ao outro, mas acaba tendo um comportamento individualista naquele momento.

As punições e as orientações servem para o motorista passar a olhar o trânsito de forma coletiva e interligada.

Nos dados divulgados pelo DS, na reportagem de domingo, as rodovias que tiveram mais multas registradas foram a Ayrton Senna, Mogi-Dutra e a Índio-Tibiriçá. Elas somam 88% do total de multam de velocidade no segundo semestre de 2015, sendo 42.634 multas. Das 48 mil multas, 44% são da Ayrton Senna, que registrou 21.591 multas.

A multa serve também de artefato pedagógico. Especialistas dizem que é um elemento a mais para a reflexão na conduta no trânsito.

Espera-se que sirva como referência de análise. Quando a consequência chega ao bolso, o condutor é obrigado a repensar as atitudes nem que seja reavaliando os gastos.

Por tudo isso, a necessidade de multar acaba mostrando que o aspecto financeiro pesa quando o motorista infrator desrespeita as leis vigentes no trânsito.

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