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Jornal Diário de Suzano - 28/11/2020
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Saneamento básico

05 JAN 2016 - 07h00

O DS divulga, na edição de hoje, o Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento ( SNIS), atualmente gerido pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, órgão ligado ao Ministério das Cidades, que reúne informações e indicadores sobre a prestação dos serviços de água, esgotos e manejo de resíduos sólidos coletados, anualmente, junto aos prestadores desses serviços, que operam no Brasil.

Os dados das cidades da região registraram avanços com uma porcentagem maior de esgoto tratado nos municípios.

O sistema foi criado em 1994 com o Programa de Modernização do Setor Saneamento e ao longo dos anos vem conseguindo aumentar a participação de prestadores em sua amostra. Em 2013, último ano com dados divulgados, a amostra dos prestadores referentes ao serviço de água, por exemplo, cobria 5.035 municípios (97,6% da população urbana). Para serviço de esgoto, a abrangência foi de 3.730 municípios (91,1% da população urbana), já para manejo de resíduos sólidos 3.572 municípios participaram (84,3% da população urbana).

O objetivo era apresentar alguns dados do SNIS referente ao manejo de resíduos sólidos especificamente para a Região Metropolitana de São Paulo, dado que a publicação do Ministério das Cidades dedica maior atenção para o quadro nacional e grandes regiões. A divulgação das informações é realizada através do “Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos”, que, na sua edição de 2015, traz informações do ano de 2013. Pelos últimos levantamentos, do Instituto Trata Brasil, o País não deve cumprir, no tempo previsto, as metas de universalização do saneamento básico, previstas pelo governo federal para serem concluídas até 2033, conforme o Plano Nacional de Saneamento Básico.

A principal conclusão é que o avanço obtido em saneamento, nos últimos cinco anos, é relevante, mas insuficiente (comparando-se ao Plano Nacional).

O ranking avaliou os serviços de água e esgoto das 100 maiores cidades do País, nas quais vivem em torno de 80 milhões de pessoas, ou 40% da população, e demonstrou que os avanços ainda são poucos.

É importante que a situação do saneamento básico obtenha avanços até mesmo para melhorar, por tabela, as condições de saúde da população.

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