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SOUZA ARAUJO

Segurança no trânsito

20 SET 2015 - 08h00

A preocupação com a segurança de pedestres e motoristas, a redução do número de acidentes e de mortes no trânsito tem sido um grande desafio para as autoridades de trânsito.

Os números só crescem. As colisões são mais frequentes, principalmente nos feriados prolongados, mesmo diante de várias operações especiais realizadas pelas autoridades de trânsito. O uso de itens de segurança no carro também contribui para reduzir os acidentes.

Na semana passada, uma pesquisa feita pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) nas estradas paulistas mostrou que, de dezembro de 2014 para agosto deste ano, caiu de 54% para 38% o número de passageiros que andavam no banco traseiro dos automóveis sem usar o cinto de segurança. No caso dos motoristas, houve queda de 13% para 9% e, no de passageiros do banco dianteiro, de 16% para 11%.

De acordo com a Artesp, 69,4% dos passageiros traseiros de automóveis que sofreram acidentes e morreram estavam sem o cinto. Entre os passageiros que estavam no banco da frente, o percentual foi 38,4% e, entre os motoristas, 50,1%. No caso de caminhões, 66,7% das vítimas eram passageiros e 25%, motoristas.

Não usar o cinto de segurança, em qualquer situação, constitui infração grave pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e resulta em multa de R$ 127,69 por ocupante sem o equipamento e a perda de 5 pontos na habilitação. Segundo a Artesp, 194.730 motoristas foram multados neste ano nas rodovias paulistas por essa infração. Há uma grande preocupação para que o número de ocorrências no trânsito, seja reduzido. Para isso, é importante que a lei seja cumprida e que todos os envolvidos sejam conscientizados dessa importância.

Merece destaque a educação no trânsito, pois só através de condutores bem educados e conscientes é que se pode ter uma postura de direção pautada pela prudência e respeito. As campanhas de educação no trânsito serão promovidas desde a pré-escola até o final do Ensino Superior, por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades da educação e do Sistema Nacional de Trânsito. Os meios de comunicação como a televisão e o rádio são obrigados a difundir as campanhas de educação no trânsito de forma gratuita. São os órgãos competentes do Sistema Nacional de Trânsito que determinam a frequência destas campanhas. Por isso, é importante colocá-las em prática.

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