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Jornal Diário de Suzano - 14/08/2020
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Sem Carnaval

25 JUL 2020 - 23h59
São Paulo tomou, esta semana, uma decisão importante em meio aos casos de coronavírus.
O Carnaval de rua e os desfiles das escolas de samba de São Paulo serão adiados para uma data ainda a ser definida em 2021.
A informação foi dada pelo prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB). 
A maioria das cidades do Alto Tietê já não vinha realizando os desfiles para conter custos. Agora com a pandemia da Covid-19, a festa fica inviável.
Em São Paulo, que tem uma das maiores festas do Carnaval do País, recebeu propostas para que as festividades ocorram no fim do mês de maio ou em julho.
O adiamento é acertado, uma vez que até o início de 2021 não se tem garantia de proteção contra a doença.
De acordo com números da gestão Covas, a festa deste ano resultou em um ingresso de R$ 2 bilhões aos setores de comércio e de serviços na capital.
Na semana passada, Covas já havia suspendido as celebrações do réveillon na Avenida Paulista, também por causa da doença. Outros eventos, como a Marcha para Jesus e a Parada do Orgulho LGBT+, também foram cancelados. A Marcha havia sido adiada para novembro, mas segundo Covas os organizadores desistiram da ideia.
Covas fez o anúncio no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, ao lado do governador João Doria (PSDB), enquanto os dois conduziam uma entrevista coletiva para dar informes sobre a situação da pandemia no Estado. A prova da Fórmula 1 na cidade teve o cancelamento.
Nesse momento é importante que todas as ações estejam concentradas no combate à doença, na possibilidade de organizar a distribuição da vacina, que virá até o ano que vem.
Apesar de a cidade sempre estar evoluindo no Plano São Paulo, ainda estamos enfrentando a pandemia, reconheceu Covas. 
É certo que tanto as escolas de samba quanto os blocos carnavalescos entendem a inviabilidade da realização do carnaval em fevereiro. 
O prazo para organização - que é pouco - não seria suficiente para um planejamento mais seguro diante de tantos casos da doença em São Paulo.
O Carnaval deste ano ocorreu às vésperas da chegada da pandemia na Capital. Em 2020, segundo dados da Prefeitura, o público (flutuante) dos blocos de rua chegou a uma soma de 15 milhões de pessoas, isso sem contar os blocos pré e pós-carnaval.
Agora é pensar que o Carnaval é sim uma festa que deve ser tratada em segundo plano. O ideal agora é tentar resolver as questões da pandemia da Covid-19 que continua matando muitas pessoas no Estado e no País.

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