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Jornal Diário de Suzano - 10/12/2019

Soma dos bens

03 DEZ 2019 - 23h59
O Produto Interno Bruto (PIB) é um indicador para medir a atividade econômica do País. Quando há queda de dois trimestres consecutivos no PIB, a economia está em recessão técnica.
Os economistas costumam dizer que o PIB é um bom indicador de crescimento, mas não de desenvolvimento, que deveria incluir outros dados como distribuição de renda, investimento em educação, entre outros aspectos. 
O PIB pode ser calculado de duas maneiras. Uma delas é pela soma das riquezas produzidas dentro do País, incluindo nesse cálculo empresas nacionais e estrangeiras localizadas em território nacional. Nesse cálculo entram os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%). Entra no cálculo apenas o produto final vendido, por exemplo, um carro e não o aço e ferro da produção. Evita-se, assim, a contagem dupla de certas produções.
Ontem, reportagem da Agência Brasil mostrou que o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, cresceu 0,6% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.
O resultado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (BGE). Na comparação com o terceiro trimestre de 2018, o PIB teve crescimento de 1,2%.
A reportagem da Agência Brasil mostrou que o PIB, no acumulado em quatro trimestres terminados no terceiro trimestre de 2019, o crescimento é de 1,0%, na comparação com mesmo período anterior. No acumulado do ano até setembro, o PIB cresceu o mesmo percentual em relação a igual período de 2018.
Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 1,842 trilhão no terceiro trimestre de 2019. Do total, R$ 1,582 trilhão se refere ao Valor Adicionado e R$ 259,7 bilhões aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.
A agropecuária apresentou a maior alta e registrou 1,3%. Na sequência, ficou a indústria, que subiu 0,8%. Nos serviços, a elevação ficou em 0,4%, todos os percentuais na comparação com o trimestre anterior.
No Brasil, o cálculo do PIB é feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), instituição federal subordinada ao Ministério do Planejamento, desde 1990. Antes disso, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) era responsável pela medição.
De acordo com o IBGE, o crescimento da indústria foi provocado pela expansão de 12% no setor extrativo, com destaque para o bom desempenho da extração de petróleo, e de 1,3% na construção.
No entanto, a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos caiu 0,9%. Queda também na indústria de transformação: (1%).
Pela ótica da despesa, a formação bruta de capital fixo (2%) e a despesa de consumo das famílias (0,8%), foram os destaques positivos. É importante que o PIB tenha crescimento até para gerar novas oportunidades aos brasileiros, principalmente de emprego.

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