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Jornal Diário de Suzano - 22/09/2020
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Somos 206 milhões

31 AGO 2016 - 08h00

Novos números divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que o Brasil tem 206,08 milhões de habitantes. Estimativas publicadas no Diário Oficial da União indicam que o País tinha, em 1º de julho deste ano, 206.081.432 habitantes.

No ano passado, a população era de 204.450.649.

Na edição de hoje, o DS divulga também os dados da população do Alto Tietê.

A região ganhou 16.962 novos habitantes no período de um ano. Em julho do ano passado, as dez cidades da região somavam juntas mais de 1,576 milhão de moradores.

Só para se ter uma ideia São Paulo, o Estado mais populoso do país, tem 44,75 milhões de habitantes.

Mais cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21 milhões), Rio de Janeiro (16,63 milhões), Bahia (15,28 milhões), Rio Grande do Sul (11,29 milhões) e Paraná (11,24 milhões).

Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (514,2 mil), Amapá (782,3 mil) e Acre (816,7 mil).

É preciso conhecer o número de habitantes que vivem na terra, como se distribuem, quais são as suas carências, além de uma série de outros aspectos, para que se possam elaborar projetos de desenvolvimento social e econômico de forma mais racional e justa para todos.

Por meio da estatística - ramo da matemática que trata da coleta, da análise, da interpretação e da apresentação de dados numéricos - é possível estudar os fenômenos populacionais.

Junto a população, que é o conjunto de habitantes de uma determinada área (um bairro, uma cidade, um estado, um país, um continente, etc.), são colhidas várias informações, a partir da aplicação de questionários, por exemplo.

Algumas dessas informações se referem ao seu tamanho ( número de habitantes) e as outras características como idade das pessoas, o trabalho que desenvolvem, o número de pessoas que vivem em cada casa, etc.

Através dos dados do censo é possível retratar, para níveis geográficos detalhados, a população e suas condições de vida, dando respostas às seguintes questões: Quantos somos? Como somos? Onde vivemos? Como vivemos?

Os dados são fundamentais também para o conhecimento sobre as reais necessidades da população e direcionar investimentos tanto dos órgãos públicos, quanto fornecer dados para os investimentos das empresas privadas.

Por todos esses motivos, os dados divulgados ontem pelo IBGE contribuem de forma direta para o planejamento das cidades e o desenvolvimento delas, à medida em que se tem condições de saber em que “terreno” cada um dos administradores dos municípios estão lidando. Os números estão aí. Agora é preciso analisá-los.

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