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Jornal Diário de Suzano - 17/01/2020
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Taxa de desocupação no País

28 DEZ 2019 - 00h19
Um novo levantamento, divulgado ontem pelo governo federal, mostrou uma melhora na taxa de emprego. 
Isso equivale a dizer que caiu a quantidade de pessoas no grupo da desocupação.
O desafio da geração de empregos tem sido perseguido pelos governos municipais, estaduais e Federal.
O trabalho é árduo. É preciso que a economia melhore. Que a situação do País seja definida no aspecto político-econômico para que as indústrias possam voltar a contratar e gerar emprego.
Os números da região, durante todo o ano, têm sido de melhora. A expectativa é de um ano de 2020 com mais contratações, geração de emprego e renda melhores.
No âmbito nacional a expectativa é de otimismo.
Reportagem publicada no portal da Agência Brasil mostrou que a taxa de desocupação no País fechou o trimestre encerrado em novembro em 11,2%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, divulgado, considera desocupadas as pessoas que estão sem emprego, mas que buscaram efetivamente um trabalho nos 30 dias anteriores à coleta dos dados. O levantamento aponta que 11,9 milhões de pessoas compõem a população desocupada.
Segundo o IBGE, a taxa de desocupação caiu 0,7 ponto percentual no trimestre de junho a agosto, que ficou em 11,8% e foi inferior 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2018, de 11,6%.
A população desempregada teve redução em ambas as comparações, de menos 5,6%, ou 702 mil pessoas a menos, em relação ao trimestre de junho a agosto, e de menos 2,5%, 300 mil pessoas a menos, em relação ao mesmo trimestre de 2018.
Em relação à população ocupada, o levantamento mostra que são 94,4 milhões, novo recorde da série histórica iniciada em 2012. 
Os números ainda precisam avançar, principalmente para os âmbitos municipais. É preciso girar a economia, garantir novas oportunidades e abertura de vagas.
Em todo o País, a população ocupada cresceu 0,8%, com mais 785 mil pessoas trabalhando em relação ao trimestre anterior e 1,6%, mais 1,5 milhão de pessoas, em relação ao mesmo trimestre de 2018.
O comércio teve uma contratação importante no trimestre que se encerrou em novembro. Esta é uma época em que esse setor costuma contratar mais em virtude das datas festivas, segundo especialistas.
De acordo com o IBGE, “o número de trabalhadores por conta própria, novo recorde na série histórica, chegou a 24,6 milhões de pessoas.

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