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Jornal Diário de Suzano - 18/09/2020
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Temer: região opina

13 MAI 2016 - 08h00

Diferentes setores opinaram ontem, em entrevista ao DS, sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT).

Trinta e cinco anos após se filiar ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), Michel Temer chegou ao maior posto da República brasileira. Provisoriamente, por até 180 dias, Temer responderá pelo cargo de presidente do Brasil, após a abertura do processo de afastamento de Dilma Rousseff ter sido aprovado no Senado.

Vice-presidente de Dilma desde o primeiro mandato, Temer foi responsável pela articulação política do governo, com a saída de Pepe Vargas da Secretaria de Relações Institucionais, no início de abril de 2015. Apesar de fazer parte do governo, nos últimos meses, viveu uma relação conturbada com Dilma. Em agosto, anunciou a saída da coordenação política.

Em dezembro, Temer escreveu uma carta em que se dizia “vice decorativo” e que não era ouvido pela então presidente.

Na reportagem que o DS publica hoje existe grande expectativa sobre a administração Temer.

Para quem espera que o fim da gestão Dilma seja o ponto final da crise política e econômica, a avaliação de cientistas políticos e economistas consultados é que um eventual governo do vice Michel Temer terá muitos desafios pela frente.

Ele precisará mostrar rápido a que veio se chegar à Presidência. Pode dar um sinal de que está comprometido a ajustar a questão fiscal, por exemplo. Ou indicar uma equipe econômica forte, de confiança.

Estima-se um início de melhora no campo econômico, mas não há qualquer garantia de que haverá governabilidade. Especialistas acreditam que o mais provável é que Temer tenha pouco espaço para construir as reformas mais amplas que o País precisa – então quem espera algo significativo nesse sentido pode se decepcionar."

Por outro lado, o PT, que garante que Dilma foi vítima de um golpe, deve garantir oposição contra o “novo” governo.

A expectativa é esperar pela governabilidade do País. O cidadão brasileiro está com grande expectativa de que as ações governamentais melhorem o Brasil.

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