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Jornal Diário de Suzano - 05/12/2020

Uma solução possível

18 FEV 2016 - 07h00

Os registros de duas mortes em menos de quatro dias na “famosa” Lagoa Azul, em Suzano, mostrados em reportagens do DS, na semana passada, assustam. Principalmente por causa da vulnerabilidade em que as pessoas estão expostas quando se aproximam desse “grande lago” profundo, capaz de tirar vidas.

O assunto não é novo. Há vários anos a lagoa existe. Há vários anos, lamentavelmente, morrem pessoas que, talvez por desconhecimento do perigo, acabam entrando no lago para se divertir. Mas, aí cabe a atuação das autoridades. São elas as responsáveis por informar, alertar e tomar providências para que o local não seja “invadido”.

Lamentavelmente, apesar de todo o atrativo que tem a lagoa, nesses dias de calor, é sempre importante ter a noção do perigo. E isso pode ser feito por meio de campanhas, de placas, e até mesmo por meio da proibição de entrar no local. Ontem, a secretária de Infraestrutura e Obras, Carmen Lúcia Lorente, a Carminha, foi interrogada sobre as providências a serem tomadas, após esses dois afogamentos em quatro dias. (O DS traz os detalhes na edição de hoje).

Entre as providências a serem tomadas, está a que prevê o “parcial esvaziamento” da lagoa, para deixá-lo próximo de um “espelho d’água”. A sugestão foi dada ontem, enquanto a secretária vistoriava uma obra em Suzano.

A medida pode ser o início da tentativa de uma solução para enfrentar esse problema que persiste. Toda vez que as temperaturas vão às alturas, a quantidade de nadadores que se arriscam cresce.

Uma das propostas, esta mais antiga, inclusive, foi a de se construir no local um grande parque aquático. Não vingou. A lagoa continua sendo utilizada como lazer.

Mas preocupa, principalmente porque no local não existem salva-vidas e nem qualquer outro equipamento que possa garantir a segurança das pessoas que decidem ir para o lago.

Assim, o início de uma providência, como esvaziar um pouco o local, pode ser comemorado como uma iniciativa que, se não é a solução total, pelo menos abre uma discussão para o enfrentamento de um problema extremamente importante e que precisa de solução.

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