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Jornal Diário de Suzano - 19/09/2021

Vacinação e queda de mortes

29 JUL 2021 - 05h00

A vacinação contra a Covid-19, com a primeira dose, reduziu o número de casos e de óbitos pela doença em cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde. A informação é da Agência Brasil.
Uma informação importante que mostra a importância da vacinação e também o quanto o País demorou para iniciar o trabalho de imunização.
Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período. O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo (25), o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde.
Correndo contra o tempo e tentando reduzir o número de óbitos, o Brasil ultrapassou a marca de 60% da população vacinada com, pelo menos, uma dose de vacina contra a Covid-19. Nessa situação já são mais de 96,3 milhões de brasileiros, dos 160 milhões com mais de 18 anos. Apesar da boa marca de primeira dose, segundo dados do vacinômetro do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ciclo de imunização completo, ou seja, que tomaram duas doses da vacina ou a dose única é de 37,9 milhões de pessoas. 
Para que as vacinas sejam de fato eficazes, as autoridades de saúde alertam que é necessário que as pessoas tomem as duas doses. 
Segundo o Ministério da Saúde, a medida reforça o sistema imunológico e reduz as chances de infecção grave, gravíssima e, principalmente, óbitos em decorrência da doença.
Ainda segundo balanço da pasta, das 164,4 milhões de doses enviadas para os estados, 81,5 milhões são da AstraZeneca/Oxford, 60,4 milhões são da CoronaVac/Sinovac, 17,8 milhões de Pfizer/BioNTech e 4,7 milhões da Janssen, imunizante de dose única. 
É importante se vacinar. Todas as doses são seguras e têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicadas nos braços dos brasileiros.
A expectativa é de ampliar a campanha. Até o fim de 2021, a expectativa é de que mais de 600 milhões de doses de imunizantes contra o novo coronavírus, contratadas por meio de acordos com diferentes laboratórios, sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Somente para o mês de agosto, a previsão é de que a pasta receba, pelo menos, 63 milhões de doses.

 

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