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Jornal Diário de Suzano - 29/09/2020
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Zika vírus

19 NOV 2015 - 07h00

O DS trouxe reportagem na edição de ontem mostrando que os casos de contaminação por zika vírus registrados no primeiro semestre são a "principal hipótese" para explicar o aumento da ocorrência de microcefalia na região Nordeste.

As autoridades de saúde já estão em estado de alerta. O diretor do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, disse que atualmente existe uma forte relação entre a circulação do zika vírus e a ocorrência de casos de microcefalia em algumas regiões do País. De acordo com ele, resultados de exames feitos em dois fetos com microcefalia mostraram que as gestantes foram infectadas pelo zika.

Num primeiro momento, a doença havia sido classificada como menos agressiva que a dengue. Porém, devido ao aumento súbito dos casos de microcefalia acompanhados pela presença dos sintomas do vírus (febre, manchas na pele, coceira e dores musculares) nas gestantes, os especialistas começaram a rever esse conceito. Tanto o ministério quanto uma equipe do Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmam essa a relação entre o zika e a má formação, embora ainda não cravem que a infecção de fato cause o problema.

Os testes foram feitos por anminiocentese, quando o líquido amniótico é retirado do abdome da mãe.

O zika vírus é transmitido pelo mosquito da dengue, o Aedes aegypti e, desde então, as autoridades de saúde passaram a se precaver, até porque hoje é impossível estimar a magnitude do problema. Ou seja, não é possível dizer a dimensão de quantas mulheres tiveram zika vírus durante a gestação.

Na reportagem que o DS trouxe na edição de ontem, a informação é de que foram registrados no primeiro semestre deste ano casos de zika em 14 estados: Rondônia, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Paraná.

Sobre as gestantes e suas famílias, Cláudio Maierovitch reiterou as orientações do Ministério da Saúde para que façam exames pré-natal, evitem álcool e drogas, não usem medicamentos sem orientação médica e se protejam de mosquitos, usando calça e camisa de manga comprida e repelentes. Além disso, que adotem medidas que evitem a proliferação de mosquitos transmissores de doenças. É preciso esperar e torcer para que as providências sejam tomadas.

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