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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Após duas derrotas, torcida do Verdão protesta e avisa que 'a paz acabou'

22 MAR 2016 - 08h00

A paciência da torcida do Palmeiras parece mesmo ter acabado de vez. A derrota de domingo para o Audax por 2 a 1, pelo Campeonato Paulista, foi a gota d'água para alguns palmeirenses que apelaram para o vandalismo e picharam os muros da sede do clube, em São Paulo, na manhã de ontem.

A revolta da torcida não aconteceu somente pela derrota de domingo. O principal motivo é o péssimo momento da equipe na Copa Libertadores, na qual já vê a classificação para a próxima fase bastante ameaçada. Diante do atual cenário, estes torcedores cravaram nos muros do clube: "Acabou a paz".

Foram diversas as reclamações pichadas e em parte delas predominava o tom ameaçador. "Acabou a paz, pilantras", "Queremos elenco campeão" e "Elenco de Série B" foram algumas das frases escritas no muro.

A maior revolta desta parte da torcida parecia ser em relação à verba que o clube já demonstrou ter em alguns momentos, principalmente na aquisição de reforços, mas que não tem sido traduzida em bons elencos e times competitivos.

Os torcedores lembraram as diversas fontes de renda do clube. "Estádio = $, Crefisa = $, Avanti = $, cadê o futebol?" e "R$ 3 milhões de renda" diziam as pichações.

Sem embalar em 2016, o Palmeiras trocou de treinador na semana retrasada, mas Cuca, que substituiu Marcelo Oliveira, perdeu as duas primeiras partidas à frente da equipe. Se no Campeonato Paulista o time mantém a liderança do Grupo B, na Libertadores é o terceiro do Grupo 2 e precisa vencer seus últimos dois compromissos se quiser se classificar.

Logo após a derrota, o diretor de futebol Marcelo Mattos sugeriu novas contratações, a partir da avaliação do treinador. Em 2015, o Palmeiras contratou 25 jogadores; neste ano, mais oito. "(Cuca) vai avaliar, se for necessário (contratar alguém), o Palmeiras já mostrou que faz o que tem de fazer.

O Palmeiras vem em um processo, há um ano e dois meses, de reformulação. Precisamos ter atitude de time grande", disse Mattos.

Cuca sabe que, embora peça tempo, o torcedor não tem essa calma e, por isso, terá de correr contra o relógio para não aumentar a pressão.

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