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Às vésperas do GP do Brasil, Interlagos inaugura novo paddock para a Fórmula 1

05 NOV 2015 - 06h59

A Prefeitura de São Paulo entregou ontem a segunda das três fases das obras de reforma do Autódromo de Interlagos. Para o GP do Brasil, que será disputado na próxima semana, as equipes vão ter à disposição um novo prédio de apoio aos boxes e um complexo operacional, em intervenções realizadas com recursos federais e que deixaram aliviado o chefão da categoria. O inglês Bernie Ecclestone disse que o circuito deixou de ser "o pior do mundo".

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de obras Roberto Garibe vistoriaram as mudanças no autódromo nesta quarta-feira. O local já começou a receber equipamentos das equipes para a corrida, marcada o próximo dia 15, quando a categoria vai encontrar a mudança, que para a Prefeitura, é a maior reforma dos 75 anos do autódromo. Ao todo o investimento é de R$ 160 milhões, dos quais R$ 101,8 milhões foram investidos no entorno dos boxes.

As equipes vão ter o triplo de área para trabalhar. Em vez de 70 metros quadrados, serão 210 metros quadrados para guardar equipamentos, fazer reuniões, receber convidados e ter refeições Um novo prédio foi construído no paddock e por ficar dois metros mais distante dos boxes, vai possibilitar uma circulação maior de pessoas e evitar o aperto que levava pilotos e mecânicos a almoçarem em meio ao transporte de pneus e materiais, por exemplo.

O chefe da categoria, Bernie Ecclestone, era um dos maiores críticos da estrutura da Interlagos e elogiou a reforma. "As equipes certamente ficarão contentes. Fiquei chateado no passado porque este era o pior circuito do mundo. Agora certamente as equipes ficarão empolgadas. Não chego a estar surpreso porque a reforma estava prevista mais de um ano atrás, embora o projeto tenha atrasado um pouco", comentou o inglês.

A reforma era uma contrapartida para Interlagos renovar o contrato e receber a Fórmula 1 até 2020. O plano inicial era transferir os boxes e o local de largada para a reta oposta. "A mudança não ficaria tão boa quanto a reforma apresentada. Isso atrasou um pouco a reforma, mas trata-se de uma reforma de longevidade. Não atendemos apenas a exigência da Fórmula 1, mas de uma cidade", explicou Haddad.

A primeira fase da obra foi em 2014 e teve custo de R$ 37 milhões, segundo a secretaria de obras. A intervenção contemplou a troca do asfalto, a nova área de escape e novo pit lane. Para 2015, está entregue além do prédio de apoio do paddock, um edifício de seis pavimentos para uso operacional das categorias e recepção de convidados. O próximo ano terá a etapa final da intervenção, com a cobertura do paddock e a obra que vai deixar os boxes com teto mais alto, além da demolição da antiga torre de controle.

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