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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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Cuca vê jogo contra o Nacional como decisão e admite ser palmeirense

15 MAR 2016 - 08h00

O técnico Cuca foi apresentado ontem como novo técnico do Palmeiras e mostrou confiança Embora sempre demonstre muita seriedade nas entrevistas, o treinador contou ser palmeirense e afirmou que por isso tinha o sonho de voltar a trabalhar na equipe, pela qual jogou em 1992. Apesar do carinho pelo clube, sabe que uma derrota para o Nacional, quinta-feira, no Uruguai, pela Libertadores, já fará com que receba as primeiras críticas.

"Na infância eu era palmeirense, sempre falei isso, mesmo quando estava atuando em outros clubes, mas isso não faz com que eu ache que terei vida fácil. Se eu não ganhar, é porrada igual. Por isso, sei que terei de trabalhar muito", disse o treinador, que recebeu a camisa 8 das mãos do diretor de futebol, Alexandre Mattos.

O novo treinador palmeirense chega em uma semana importante, Na quinta-feira, a equipe encara o Nacional e uma derrota deixa a classificação para as oitavas de final da Libertadores bastante ameaçada. "Me apresento na segunda e na quinta tem jogo decisivo na casa do adversário, que já ganhou do Palmeiras aqui. Para as pretensões do Palmeiras, temos que vencer lá. Será um jogo complicado, como todo jogo de Libertadores e temos que ter otimismo. Não vou me preocupar com escalação ideal neste jogo. Tenho que pensar apenas nesta partida", avisou.

A esperança do treinador é que ele consiga uma grande vitória fora para ser um divisor de águas, como aconteceu no Atlético-MG, campeão da Libertadores de 2013. "Existem jogos dentro das competições que são emblemáticos. No Atlético, teve um 5 a 2 na Argentina, contra o Arsenal de Sarandi. Daquele jogo em diante, ganhamos confiança e passamos a acreditar que poderíamos ser campeões."

Uma das maiores reclamações sobre o trabalho de Marcelo Oliveira era a falta de padrão tático do Palmeiras. Cuca saiu em defesa de seu antecessor, mas admitiu que precisará de um tempo para fazer ajustes na equipe.

"O Marcelo não queria que ocorresse aquilo (chutões para frente e dificuldade na criação). O Cruzeiro dele não dava balão e era duro enfrentar o time dele", projetou.

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