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Em 2016, vencer o Campeonato Paulista vai ser um bom negócio para os clubes

29 JAN 2016 - 07h00

Quase sempre restrito ao papel de extensão da pré-temporada ou, no máximo, como fase de laboratório para a Copa Libertadores, o Campeonato Paulista ganha novo status em 2016.

O torneio será mais atraente do ponto de vista financeiro. A Federação Paulista do Futebol (FPF) aumentou a premiação para o campeão e também as cotas para todos dos participantes. Na ponta do lápis, ganhar o maior torneio estadual do País é também um bom negócio.

O campeão de 2016 receberá R$ 4 milhões de premiação, o que significa um aumento de R$ 1 milhão em relação ao que foi pago ao Santos, vencedor da edição do ano passado. O vice-campeão continuará recebendo R$ 1,5 milhão. Só para comparar: o Corinthians recebeu R$ 10 milhões como vencedor do Campeonato Brasileiro de 2015.

O ponto mais importante, no entanto, é a nova distribuição de verbas para os clubes. Nas edições anteriores, eles eram divididos em dois blocos: os quatro grandes, que recebiam fatia maior do bolo, porque são a própria cereja, e o restante, grupo de 16 times que recebia a mesma cota. Isso gerava uma chiadeira de times tradicionais como Ponte Preta, Bragantino e Portuguesa, por exemplo.

A partir deste ano, existem quatro grupos diferentes. Cada um leva em consideração as particularidades das equipes, sua posição no Paulistão anterior e também no Brasileirão. Para cada conquista há um bônus. É o embrião de um ranking paulista. E o mais importante, na opinião dos clubes: a federação aumentou as cotas em todos eles. De acordo com os dirigentes, isso foi possível graças às cotas de patrocínio e aos direitos de transmissão.

Os gigantes do futebol paulista - Corinthians, Santos, Palmeiras e São Paulo - permanecem ganhando mais. As cotas, para cada um, subiram de R$ 13 milhões do ano passado para R$ 17 milhões. Em seguida, a Ponte Preta forma o segundo grupo com uma cota de R$ 5 milhões - antes, o time de Campinas recebia R$ 2,7 milhões. Engordaram a conta o fato de o time estar na Série A1 desde 2000

O terceiro grupo é formado por 15 clubes: aqueles que disputaram o torneio da elite no ano passado menos os quatro que subiram da Série A2 - cada um ganha R$ 2,7 milhões. Por fim, estão os caçulas, aqueles que subiram neste ano, e que vão receber R$ 2 milhões.

Cada um pode aumentar sua premiação com seu próprio desempenho. Quem joga a Série A do Brasileiro vai ganhar R$ 500 mil; já a Série D oferece bônus de R$ 150 mil.

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