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Jornal Diário de Suzano - 26/09/2020
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Em crise política, CBF confirma aumento de lucro em balanço de 2015

24 FEV 2016 - 08h00

Em plena crise política e com três presidentes em 2015, a CBF registrou um salto em seus lucros no ano passado. Segundo membros da cúpula da entidade, o faturamento chegou a mais de R$ 520 milhões, com lucros de R$ 72 milhões. O valor é um salto importante em comparação ao que foi registrado em 2014, com lucros de R$ 51 milhões.

Parte do aumento, porém, ocorreu graças à desvalorização da moeda brasileira. Com contratos assinados em dólar, a entidade viu sua renda aumentar em reais. Para 2016, porém, a história pode ser outra. A CBF perdeu patrocinadores como a Gillette, Sadia, Michelin e a Petrobrás, que bancava a Copa do Brasil. Mas entrou a Ultrafarma, além da Continental nesta competição nacional.

Em 2015, José Maria Marin foi preso, Marco Polo Del Nero e Ricardo Teixeira foram indiciados pela Justiça americana e, em 2016, o presidente interino da CBF é o coronel Antonio Nunes.

Na Fifa, a crise de corrupção também já afetou a renda da entidade. Pela primeira vez em 14 anos, a Fifa registrou um déficit de US$ 110 milhões, um ano após a Copa mais milionária da história.

SALÁRIOS DOS JOGADORES A CBF também divulgou nesta terça-feira, por meio de sua diretoria de registros e transferências, um raio X do futebol nacional em que aponta que o imaginário de grandes salários de jogadores é realidade para apenas uma pequena parcela deles. Afinal, de acordo com seus contratos de trabalho, 96,08% deles não receberam mais do que R$ 5 mil por mês em 2015.

O Brasil, segundo o estudo, possui 28.203 jogadores profissionais sob contrato. Desse universo, 23.238, ou 82,4%, ganham salários de até R$ 1 mil, lembrando que hoje o salário mínimo é de R$ 880. Um contingente de 3.859 atletas, ou 13,68%, estão no patamar seguinte, de salários que vão até R$ 5 mil.

Além disso, apenas 226 jogadores estão incluídos no que pode ser considerada a elite do futebol brasileiro, com salários superiores a R$ 50 mil. O estudo aponta que 78 desses receberam entre R$ 100 mil e R$ 200 mil, 35 ganharam entre R$ 200 mil e R$ 500 mil e apenas um teve salário superior a R$ 500 mil no ano passado.

Vale destacar, porém, que muitos jogadores fazem contratos com clubes em que também recebem parte dos seus vencimentos em acordos de direitos de imagem e que o estudo da CBF só aponta os salários registrados nas carteiras de trabalho.

TRANSFERÊNCIAS

O raio X também revela que o futebol brasileiro registrou lucro nas transferências internacionais em 2015. O superávit das equipes do País em negociações foi de R$ 565.353 600.

No ano passado, 1.212 jogadores deixaram o País e se transferiram para o exterior, sendo que 99 delas envolveram o pagamento de valores, que totalizaram R$ 679.740.600.

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