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Jornal Diário de Suzano - 27/09/2020
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No sufoco, Corinthians ganha do Capivariano e segue com 100%

12 FEV 2016 - 07h00

No jogo com menor público do Itaquerão desde a abertura do estádio em 2014, o Corinthians sofreu para vencer o Capivariano por 2 a 1, ontem, pela terceira rodada do Campeonato Paulista. Diante de 23.143 pagantes e com um time misto, o clube alvinegro conquistou a terceira vitória seguida na competição.

Além do recorde negativo de público, a partida foi marcada por um conflito entre integrantes da torcida uniformizada Gaviões da Fiel e a Polícia Militar durante o intervalo. A organizada exibiu faixas contra a Rede Globo e pedindo a prestação de contas do Itaquerão. Quando a PM tentou retirar as faixas houve confusão e agressão.

Em campo, o Corinthians começou o jogo em alta velocidade. Mesmo sem seis titulares (poupados para o clássico de domingo contra o São Paulo), a equipe iniciou a partida muito bem e logo aos dois minutos abriu o placar com Romero. Bem posicionado, o paraguaio desviou o chute de Edílson pela direita.

Os primeiros 15 minutos foram de amplo domínio do Corinthians, que chegou a criar mais duas chances de ampliar a vantagem, mas falhou nas finalizações. Depois, o Capivariano melhorou e equilibrou o jogo. Aos 22, inclusive, o time do interior foi prejudicado pela arbitragem. Willians acertou Marlon dentro da área, mas o árbitro marcou falta fora da área.

Sete minutos depois saiu o empate do Capivariano. Após cobrança de escanteio pela direita, Marlon desviou de cabeça, sem chances para Cássio após a bola bater no zagueiro estreante Vilson.

O segundo tempo foi muito parecido com o primeiro. O Corinthians começou muito bem e fez o segundo gol com apenas um minuto. Guilherme pegou o rebote pela esquerda e bateu de primeira. A bola desviou em Jácio e ainda tocou na trave antes de entrar. Foi o primeiro gol dele pelo time alvinegro.

Mas o sossego do Corinthians durou pouco. Aos oito minutos, Edilson foi expulso após xingar o árbitro Marcelo Aparecido de Souza. Com um a menos, o clube alvinegro passou a jogar de forma desorganizada. A marcação, sobretudo no meio de campo, ficou aberta demais, abrindo espaços para o Capivariano atacar com extrema facilidade.

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