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Jornal Diário de Suzano - 24/10/2020
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SOUZA ARAUJO

No Uruguai, Corinthians empata sem gols com o Nacional pela Libertadores

28 ABR 2016 - 08h00

Em uma noite em que a defesa jogou mal e apenas o goleiro Cássio se destacou, o Corinthians só tem de comemorar o 0 a 0 conquistado diante do Nacional, no primeiro jogo das oitavas de final da Copa Libertadores, ontem, no Estádio Parque Central, em Montevidéu, no Uruguai. O time do técnico Tite ainda é o favorito para avançar à próxima fase, mas será preciso jogar para vencer os uruguaios na próxima quarta-feira, no Itaquerão, ao menos por 1 a 0.

Não houve relação entre a eliminação no Campeonato Paulista para o Audax e o resultado de ontem. O que aconteceu em Montevidéu foi que o Corinthians não conseguiu mostrar o seu jogo de toque de bola, infiltração e velocidade. O time não soube encaixar um bom contra-ataque.

A lesão do meia Giovanni Augusto prejudicou o rendimento da equipe porque Tite não encontra um substituto. Nem Rodriguinho, nem Alan Mineiro cumprem bem esse papel. Muito menos Guilherme, que sequer jogou nesta quarta-feira.

Na maior parte do jogo, o Corinthians mais conteve ímpeto dos uruguaios em vez de atacar. O Nacional começou a partida como se espera de quem joga em casa na Libertadores: pressionou e sufocou os brasileiros por todos os lados. O gol não saiu por um detalhe porque a defesa de Tite entrou em campo batendo cabeça: já com 1 minuto a bola pipocou na frente de Cássio.

Nico López, o atacante mais arisco do Nacional, tinha liberdade e também teve chance de abrir o placar. Para poder respirar, o Corinthians tentou controlar o jogo, tocar e segurar um pouco mais bola. Sacrificado, André fez às vezes de pivô sem muito sucesso.

O problema era que o meio de campo do Corinthians não conseguia criar. O Nacional marcava bem e chegava junto em todas as bolas. Alan Mineiro, uma aposta de Tite, não fez um bom primeiro tempo. E as triangulações entre Rodriguinho e Lucca não deram certo. Elias não conseguiu chegar livre na área.

O Corinthians também não soube usar a arma do contra-ataque. E quanto mais passava o tempo, mais o jogo ficava catimbado, amarrado, situação potencializada pela passividade do árbitro argentino Patricio Loustau, que só aplicou cartões depois de apitar o fim do primeiro tempo quando a confusão já estava armada.

Na segunda etapa, a equipe de Tite repetia os mesmos erros da inicial. Do outro lado, mais pressão. Fagner evitou que o gol após cabeceio de Seba Fernandéz - Cássio soltou a bola e deu rebote para o meio da área.

Tite tinha suas armas para mudar o panorama do jogo. Marlone, opção do banco de reservas, poderia ter entrado já no início do segundo tempo, mas treinador só fez a primeira mudança depois dos 23 minutos, sacando Alan Mineiro. Romero também entrou, mas o Corinthians já tinha chegado a uma altura do jogo que o 0 a 0 lhe interessava, levando a decisão para o Itaquerão na próxima quarta.

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