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Palmeiras joga na Libertadores por 1ª vitória e para ‘salvar’ Marcelo Oliveira

03 MAR 2016 - 08h00

O Palmeiras entra em campo hoje atrás de algo maior do que a primeira vitória na Copa Libertadores. Pressionado, o time alviverde enfrenta o Rosario Central, às 21h45, no Allianz Parque, ciente de que um novo tropeço poderá sacramentar a queda do técnico Marcelo Oliveira.

Nos bastidores do clube, cartolas afirmam que, se o Palmeiras não vencer os argentinos, o presidente Paulo Nobre cederá a pressão interna e demitirá o treinador. Mas antes, espera que os atletas assumam a responsabilidade e evitem mais um resultado ruim em casa.

A paciência com o treinador está no fim. A esperança de Nobre e seus aliados é a de que a pressão, a maior desde que o treinador chegou ao clube, se torne um fator motivacional para os atletas. Algo que sirva para os jogadores adotarem uma nova postura dentro de campo.

Desde o começo da semana, os atletas falam que vão jogar por Marcelo Oliveira e negam problemas de relacionamento com o técnico. O atacante Cristaldo chegou a afirmar que iriam jogar "por eles, pelo Marcelo e por suas famílias".

Nos últimos dias, nomes de possíveis substitutos para Marcelo Oliveira já foram especulados - Cuca, Abel Braga e Alberto Valentim (atual auxiliar técnico do clube) seriam os mais fortes para assumir o Palmeiras em caso de queda de Marcelo Oliveira.

Na Libertadores, Palmeiras e Rosario estrearam com empate contra os rivais uruguaios da chave. Fora de casa, o time brasileiro ficou no 2 a 2 com o River Plate, enquanto os argentinos no 1 a 1, com o Nacional.

O palmeirense está irritado com a fase ruim, mas promete apoio do início ao fim. O Allianz Parque estará lotado para o jogo e os torcedores prometem fazer festa gigantesca no lado de fora da arena, como aconteceu na decisão da Copa do Brasil, contra o Santos, ano passado.

"É muito mais vantagem jogar no Allianz. O ambiente contagia e vimos isso na Copa do Brasil. Fomos superiores ao Santos naquele jogo e um dos fatores foi a torcida", disse o goleiro Fernando Prass. "Quando a bola estiver quase entrando, tem que assoprar a bola para entrar. Iremos para o jogo com espírito de luta".

Em busca de maior privacidade, Marcelo Oliveira resolveu fechar os treinos de ontem e de terça.

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