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Jornal Diário de Suzano - 25/09/2020
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Parte da arquibancada do estádio do Água Santa desaba em Diadema

08 NOV 2015 - 07h00

O Água Santa, de Diadema, sofreu um duro golpe em suas pretensões de disputar a elite do Paulistão na manhã de ontem quando uma laje, que é parte da arquibancada de seu estádio que está sendo reformado, caiu. Rapidamente chegou a equipe do Corpo de Bombeiros e os feridos foram levados para o hospital. Não houve nenhuma morte, segundo informou a assessoria do clube.

"É muito cedo para dizer alguma coisa. O que aconteceu foi que uma parte da tribuna, com cerca de mil e poucos lugares, desabou. Alguns profissionais ficaram machucados, ao que parece sem gravidade, e foram levados para o hospital", explicou Paulo Farias, presidente do Água Santa.

O clube ainda não tem dimensão do impacto que isso terá no processo de aceitação do campo pela Federação Paulista de Futebol. As obras estavam sendo feitas para aumentar a capacidade do estádio de Inamar de três mil lugares para 10 mil. Antes do acidente deste sábado, o presidente do clube havia enviado laudo à FPF garantindo que o estádio estaria apto a receber partidas da Série A-1.

"Acho que é uma situação que dá para resolver. Na Copa do Mundo teve estádio que desabou e mesmo assim as obras continuaram. Nós estamos dentro do cronograma e tranquilos em relação aos prazos. Só gostaria que tivessem um pouco de sensibilidade com a situação, pois temos o direito de disputar a Série A-1", continua Farias.

Apesar de se classificar no campo para a elite do Paulistão, o clube precisava atestar que possuía um estádio acima de 10 mil lugares para receber seus jogos. No começo do ano, o estádio Distrital de Inamar foi interditado para que a grama sintética fosse trocada pela natural.

Fundado em 1981, o Água Santa se profissionalizou apenas em 2011 e, de lá para cá, conseguiu uma sequência de acessos no futebol paulista. Logo em seu primeiro ano, foi vice da Série B-1. No ano seguinte, foi terceiro na A-3 e, em 2014, foi o quarto colocado na A-2.

ALVO DE POLÊMICAS

A construção foi alvo de polêmica durante a semana. O estádio deveria estar pronto para a reunião técnica do Campeonato Paulista para que o Água Santa fosse confirmado na primeira divisão do torneio. O clube teve até quinta-feira às 23h59 para apresentar um laudo comprovando que o estádio com capacidade para 10 mil pessoas ficaria pronto. A equipe conseguiu apresentar o relatório.

Segundo a Prefeitura de Diadema, o desabamento da obra não deverá atrapalhar a participação do Água Santa no Paulistão de 2016.

A tendência é que os entulhos sejam recolhidos em dois dias, e o local ganhe arquibancadas tubulares. O prefeito da cidade, Lauro Michels (PV), disse que a reforma contava com alvará.

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