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Por Tite, Corinthians ‘torce’ para Dunga ficar no comando da seleção

01 ABR 2016 - 08h00

A possibilidade de Dunga ser demitido coloca um ponto de interrogação no futuro do Corinthians, que vê como inevitável um convite a Tite caso a CBF decida, na próxima semana, pela troca de comando da seleção brasileira. É uma reedição do cenário de 2012, quando o clube temeu perder o treinador às vésperas do Mundial de Clubes da Fifa após a queda de Mano Menezes.

O tema voltou à pauta por dois motivos: o péssimo desempenho da seleção brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 e a boa campanha do Corinthians em 2016, líder da Copa Libertadores e do Campeonato Paulista. De um lado, Dunga está pressionado e não é mais unanimidade dentro da CBF. Já Tite é visto como melhor técnico do momento do Brasil e teria apelo popular. O contrato dele com o Corinthians termina no final de 2017 e não há multa rescisória.

"Fico orgulhoso com os elogios e sempre vou continuar me aprimorando. Não concordo que sou só eu (apontado como técnico da seleção), há outros técnicos capacitados. Mas o tempo de escolha já passou. É tempo de apoio a quem está", afirmou Tite após a vitória contra a Ponte Preta, na última quarta-feira.

Metade da última entrevista coletiva do treinador girou em torno da possibilidade de ele assumir a seleção, o que gerou uma saia justa. E Tite se esquivou de todas as perguntas. Ele foi questionado até se aceitaria assumir a seleção olímpica para os Jogos do Rio-2016 ou dividir trabalho na seleção com o clube. "Não. Ninguém consegue a plenitude em trabalhar em dois lugares"

O presidente Roberto de Andrade disse que está "tranquilo", mas que é ume escolha pessoal de Tite ir à seleção caso, de fato, haja uma mudança de comando na CBF. "Conheço o potencial do Tite e logicamente não posso responder por ele, isso é uma decisão pessoal. Mas ele já respondeu uma coletiva inteira sobre isso e agora eu tenho de falar também. Eu disse ao Tite que o Corinthians tem mais a oferecer a ele do que a CBF", disse o dirigente.

A primeira vez que o nome de Tite foi cotado para ser o técnico da seleção foi em 2012, logo depois da queda de Mano Menezes. Isso aconteceu pouco antes do Mundial de Clubes da Fifa, no Japão. A CBF, no entanto, optou por Felipão, que comandou a seleção até o fiasco na Copa do Mundo de 2014.

Foi quando Tite achou que seria sua hora. Após ter vencido tudo no Corinthians, ele tirou um ano sabático, viajou à Europa e acreditou que seria o escolhido. Mas não foi. E viu Dunga ser o eleito para seleção com um ciclo que duraria pelo menos até a Copa de 2018.

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