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Pressionado, Brasil tenta superar problemas para vencer o Paraguai

29 MAR 2016 - 08h00

A matemática do técnico Dunga para ter êxito nas Eliminatórias Sul-Americanas é simples: somar pelo menos quatro pontos a cada duas rodadas. Para atingir esse objetivo, a seleção brasileira terá que superar diversos problemas para surpreender o Paraguai, no Estádio Defensores del Chaco, às 21h45 (horário de Brasília), em Assunção. O empate por 2 a 2 com o Uruguai fez com que o confronto de hoje se tornasse ainda mais importante, principalmente para o treinador brasileiro.

Desde que retornou à seleção, Dunga nunca esteve tão pressionado Até uma possível demissão é cogitada nos bastidores da CBF em caso de mais um resultado negativo. A sexta rodada será disputada integralmente nesta terça-feira e o Brasil, atualmente terceiro colocado, pode acabar até em sétimo.

Dunga ressalta a dificuldade que todas as seleções estão tendo na competição. "Sabemos que vai ser disputado até a última rodada. Se nas outras eliminatórias, que não considerávamos tão difíceis, o Brasil sempre se classificou na última rodada, essa será ainda mais complicada. Temos que jogar para vencer", disse o treinador.

O cenário é ainda mais desfavorável pela ausência do principal jogador. Suspenso pelo segundo cartão amarelo, Neymar está fora da partida, assim como David Luiz, também suspenso. Ambos darão lugar para Ricardo Oliveira e Gil, respectivamente, mudanças que farão a equipe mudar a forma de jogar.

Nos últimos jogos, Douglas Costa, Willian e Neymar se movimentavam bastante na frente, trocavam de posição e abriam espaço na defesa. Foi assim que o time abriu 2 a 0 sobre o Uruguai sem dificuldades na sexta-feira até perder o ritmo, os uruguaios se organizarem e buscarem o empate. Com Ricardo Oliveira, a equipe ganha um referência dentro da área, mas perde na movimentação ofensiva. "Escolhemos pela forma que os jogadores estão treinando e jogaram os últimos jogos da seleção, e pelas características que precisamos em campo", explicou Dunga. No Paraguai, todos comemoram a ausência de Neymar, mas o técnico Ramón Diáz adota um discurso mais político. "A ausência é importante porque ele desequilibra, mas o Brasil também tem bons jogadores e vamos tentar fazer a vida do Brasil ser impossível".

Em relação ao time, Ortiz e Rojas deixaram o jogo com o Equador, na quinta-feira, reclamando de dores musculares, mas devem atuar.

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